[InuYasha] Daisuki
Short-fic do dia dos namorados. Mudanças podem ocorrer, mesmo quando não se há esperança no amor. {Inu/Kagome}
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Nota:
Capitulo 01 - Doces desejos
Sou nova por aqui, mas costumo escrever no fanfiction.net!^^
Espero que seja de bom agrado esse short-fic! E que antes de pensarem em usar sem pedir permissão, peço que venham falar comigo antes! Bem, fora isso, boa leitura e diversão! o/
Estou publicando esse fic aqui, mas também tenho meu profile com mais fics no www.fanfiction.net/~higurashi
Visitem! o/
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Gélidas gotículas dispersavam, dilacerando a penumbra empírica, envolvendo a reconhecida Tóquio com a adocicada melodia de primavera. Ritmadas batucadas, juntamente ao soar da brisa, compunham as cifras musicais dos meados do terceiro mês. Um momento estacional para harmonia humana, contudo, toda esta mesma somente representava refletida aos preciosos e melódicos castanhos rubis, cujos pairados na janela, observavam. Almejo, receio e insegurança sempre acompanhavam a herdeira destas jóias. No momento, a alma desta se encontrava incompleta. Uma profunda percepção de fragmentação acrescia a cada instante. O anseio de obter a pessoa apreciada ao seu redor. O temor da rejeição em um amor platônico. A incerteza de um último encontro diante da separação. Vagarosamente encostou a vidraça no lado oposto. Em um respiro denso, ausentara do cômodo.
-Mamãe, eu estou indo! –O pacifico timbre feminino, proclamava próximo da cozinha.
-Não demore muito, Kagome! –O segundo vocal, respondera com suavidade, logo concluindo. – O almoço não vai demorar parai ficar pronto!
-Eu não vou demorar! –A primeira, brevemente sorriu, logo se retirando da residência.
Os passos reduziam progressivamente à medida que a jovem visualizava a imensa árvore, a qual permanecia completa de recordações. Lembranças e frutos de sentimentos, cujo indicavam sempre para o mesmo aspecto. Um mancebo de mínimas palavras, porém, detalhadas em um único contemplar. Este representava a fonte vital, harmonia, melancolia da ginasial. Todavia, compreendia que jamais pertenceria eternamente acompanhada do rapaz, senhoril dos mais raros e dourados rubis. Este nutria a essência de outra pessoa. Alguém que a própria colegial salvara em inúmeras situações, somente para fitar o sorriso no semblante do seu único amado. Um sorriso que não era para si. Um sentimento, que pairava em jamais obter para própria pessoa. O restante fragmento, do qual era incapaz de capturar...
-“Inu-Yasha...ontem foi mesmo ver a Kikyou de novo, não foi?” –Ecos de lembranças, soavam na mente da jovem.-“Mas ainda sim, eu quero continuar a ver você...” –A mesma, concluira com um suave sorriso.
Seu coração persistia em um estado instável. O convocado pelo mestiço rapaz, lhe concedia tranqüilidade, porém, nostalgia ao mesmo momento. Minutos havia se convertido em horas, e desde então, ambos não haviam se reencontrado após a última discussão. Desta maneira, suavemente elevou a palma sobre o local, cujo encontrara lacrado no cedro, e neste, lentamente afagava. Logo, retornou a acomodar a sombrinha sobre a cabeça, destinando a rumar novamente. Distraidamente, descera os longos degraus. O doce sorriso em seu ríspido semblante, o afetuoso abrange de conforto, em tais seguros braços. Seus almejos s agravavam naquela alvorada, da qual muitos aguardavam. O tanto prometido e denominado Valentine´s Day, ou simplesmente, Dia dos namorados. Deste modo, conseguira apenas se deprimir, observando os aninhados conjugues, enquanto caminhavam em calçadas, sem importar em ter que desviar de poças. Por fim, atingira com sucesso seu destino, adentrando a residência comercial.
Pairava com breve preocupação. Afinal, prometera a sua ente materna que seria uma ligeira ausência, contudo, o dilúvio se tornara intenso. Isto simplesmente sujeitou a púbere de aguardar no local das compras, antes de retornar para a própria residência. Acuou no interior desta, retirando os calçados e retornando os passos.
-Estou em casa! –A púbere, ponderar com um mediano timbre, empacando na passagem do cômodo central do domicílio.
-Seja bem vinda, querida! –A anterior voz, novamente se referia com doçura. – O almoço já está sendo servido!
-Obrigada, mamãe! –A primeira, sorrira com gratidão, e alivio pelo estado normal da ente.
-O que são todas essas sacolas, Kagome?-Desta vez, fora o momento do idoso humano, indiscreto investigar.
-Alguns ingredientes que trouxe do mercado! –A ginasial, replicara, enquanto se acomodara junto à família na mesa e iniciava a refeição.
-Ah, hoje você vai entregar chocolate ao Inu-Yasha, não vai? –Por fim, o consangüíneo, indagara com intenso entusiasmo.
-Tem razão, Souta! Aquele rapaz não veio buscar a minha neta ainda! –O desgastado tom do ancião, retornava a questionar.
-Desculpem! –A adolescente, ralhava com nítida impaciência e desconforto. – Eu perdi a fome! –A mesma, por fim se retirou.
Mal conseguira degustar uma refeição, e novamente devido ao rapaz. Um parcial mononoke, permutado a outra parcela sanguínea humana. Sempre este obtivera um árduo temperamento, consequentemente, na maioria das situações faziam com que ambos permanecessem em um caos transitório. Não obstante, sempre fora o único capaz de capturar o coração da jovem. O afetuoso timbre e gestos assim como demonstrava o lado terno-protetor, o modo que sempre agira impulsivamente diante do príncipe dos youkais lobos, e principalmente, quando a fitava como se a almejasse somente para si mesmo. Todavia, esta terceira reflexão, retornara a ginasial para a realidade, uma vez que acreditasse estar enlouquecendo. Logo, tornou a repousar os castanhos rubis, e em exaustão, adormecera.
Inúmeros e míseros segundos transcorreram desde o momento em que voltara mais relaxada do próprio cômodo. Adentrando a cozinha, conseguira auxilio da parente materna para preparar os adocicados presentes. Em poucos minutos, a primeira porção se encontrava finalizada. Desistira então de permanecer angustiada, e ao inverso, prepararia a surpresa com todo afeto possível. Afinal, quem desejaria degustar um chocolate feito com amargura e nostalgia? Deste modo, o enfeitara com uma silhueta simbólico de coração e uma exclusiva definição: Daisuki(1). Por fim, depositou a morna fornalha sobre a mesa, retomando rumo para um relaxante banhar de espumas.
O dulcificado aroma, penetrando suas narinas, o atraia, enfim. Um contagiante e desejável perfume, do qual jamais sentira em sua existência. Indiscretamente, se ajeitava do lado externo do santuário, do qual acabara de se retirar. Em cada passo, a curiosidade somente elevava, diante daquele tão intenso e cobiçado cheiro. Seu alvo o levara da passagem de entrada no domicilio aos adocicados presentes, cujo esfriavam sem proteção. Fora impulsivo, porém, não resistira a somente vigiar estes alvos, logo tão vulneráveis. Todavia, isto não fora o suficiente para impedir o jovem, golpista de ser flagrado...
-Inu-Yasha...-A púbere, balbuciava com surpresa.- “Ele veio me buscar...” –A mesma, inconscientemente sorrira ao fitar o rapaz novamente.
-....-O meio humano por sua vez, somente a fitara, ao mesmo instante em que permaneceria com parte do médio chocolate, pendurado entre os lábios.
-Hu? – A primeira, alterou o semblante, regressando a situação presente – O que pensa que está fazendo, idiota? –A suprema irritação estava nítida.
-Quem está chamando de idiota, Kagome? –Ele, perdera a paciência com a intimação, e já entrara então novamente no caos.
-Você mesmo! –A ginasial, ralhara com impaciência – Olha só o que você fez! Eu demorei a terminar esses chocolates! –Enfim, elevava o timbre.- Idiota! Idiota!Idiota!
-Ora, mas por que ficou tão brava? –O hanyou, indagara com irritação na discussão. Porém, recuara, uma vez que obtivesse uma discreta expressão, desconfortante na jovem. Um semblante que lhe causava calafrios toda situação que a fitava desta maneira.
-Osuwari! (2) –Eis a tão temerosa palavra. A mesma, a qual acarretava dores no corpo do mancebo.
-K-Kagome, s-sua...! –O segundo, com a face na madeira do piso, tentara encontrar a frase adequada.
-Osuwari! –Aparentemente, não seria desta vez que o mestiço rapaz conseguiria - Eu me segurei o dia inteiro, Inu-Yasha! –A humana, começara a explicar, com intensa ira. – Passei o dia inteiro fazendo algo para agradar, mesmo que você estivesse ido ver a Kikyou! –A garota por fim, o fitava com extrema fúria.
-....-O rapaz,surpreso logo engolira seco, sentindo como se sua garganta rasgasse com a saliva. A descendente de sacerdotisa realmente lhe assustava quando precisava.
-E agora olhe o que você fez, idiota! Está estragado! –Por fim, fora dilacerado com o digito da rapariga, cujo apontava para a metade do doce já devorado, e permanecido sobre o solo. - Por que logo em um dia hoje você veio me atormentar?-A mesma, indagara com persistentes lágrimas de irritação, nas bordas dos olhos.
-O que quer dizer com “um dia como hoje”? – O hanyou, indiscreto e brevemente mais sereno, logo ignorava o restante do comentário.
-....-Desta vez, fora a ginasial quem emudecera. Afinal, o rapaz não compreendia os significados dos feriados deste mundo, não é? Somente, ruborizava, pairando em como explicaria algo como esta data. – Hoje é uma data em que se presenteia com chocolate pessoas que gostamos! – Estava nítido de que a mesma não se confessaria desta maneira.
O emudecer tomara o físico do meio humano. Um expressivo e indiscreto admirar através do fulgor dos raros e dourados rubis. Jóias das quais demonstravam sentimentos, intensos. Frutos de almejo, cujo depositavam o campo visual no parcial e adocicado presente. Necessário obter um método de retribuição, o mesmo pairava. Desta maneira, discretamente depositara o doce dentro da veste. Logo, a densa atmosfera, vagarosamente se dissipava, contornando até o anoitecer. Acomodado em contato com as lisas paredes, observava o camuflado atributo que ganhara. Somente o que desejara era compartilhar este pequeno fragmento com quem desejara, e a mesma quem lhe entregou. Todavia, não imaginava que até o novo alvorecer, seu presente estaria derretido...
Continua....
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1) Daisuki pode ser visto como “o predileto de”, “adorar”, entre outros.
2) Osuwari é o famoso senta
Capítulos de [InuYasha] Daisuki

Usuário
Postado em 15/08/2008 01:12:00
muito bom
^^
deveria ter 10 pra te dar sabia ??
bjsssssssssssssssssssssssssssssssssssss
Nota:

Usuário Veterano
Qdo deus ker, ñ há qm keira
Postado em 30/10/2006 15:42:57
Nossa, você escreve mt bem miko. Seu jeito de escrever uma fic envolve os olhares dos leitores e os prendem para que não parem de ler sua fic até terminá-la. Mito bom mesmo. Você, para mim, já uma grande ótima, mega sensacional fic writer^^