[InuYasha] Daisuki - Capitulo 02 - White Day
Continuação do Short-Fic Dia dos namorados. Mudanças podem ocorrer, mesmo quando não se há esperança no amor. Inu/Kag
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Classificação: Livre
Espero que gostem, comentem e dêem uma passadinha no Hitori no Miru(Solidão no olhar), um leve drama, com cenas kawaii, comédia, e geral. O melancólico passado do pequeno hanyou, como o mesmo aprendeu a sobreviver através do medo e a força física. o/
Não importara quantas tentativas, em vão, arriscasse, o melaço persistiria. Desde que se aconchegara na frigida parede do dormitório, havia cruzado os braços, e desta maneira, suavemente adormecido. Consequentemente, este descuido obtinha o próprio preço: seu almejado e adocicado presente, no momento se encontrava derretido e manchado na veste do meio humano. Sem dúvidas, não desejaria ter que satisfazer a hilaridade da ginasial, caso a mesma descobrisse. Todavia, jamais recusou a valiosa informação, cujo formava diariamente nos próprios pensamentos: o mancebo contemplava a afetuosa alegria da jovem. Afinal, esta fora hábil para purificar a melancólica alma do rapaz. A presença, que normalmente o conservava com o típico temperamento e disposição para combates. O contato, o qual lhe confortava, e era capaz de retribuir, mesmo que em menores vezes. A atração, pela qual ambos sentiam pelo outro, porém, jamais foram capazes de admitir. Enfim, o sentimento, demonstrado pelas saudades através da ausência; a preocupação quando indispostos; a cautela através do temor da perda; o ciúme caracterizando o almejo; e a satisfação de poder observar pessoalmente, cada passo realizado por quem se ama...
Ligeiras gotículas retornavam a dilacerar o nebuloso empíreo primaveral, e por determinados minutos, refletidas diante dos dourados rubis. Suaves e reconhecidos soares principiavam a anteriormente melodia, por meio de batucadas da garoa e oscilações das árvores, pelo ventar. Desta maneira, a brisa, conseguira adentrar na residência, eriçando as caninas orelhas do hanyou, as quais por fim se encolheram.
-Você deve estar com um pouco de frio, não é? –Ele reconhecera o suave timbre frente si. Logo, antes de replicar, somente escutava o feminino soar, prosseguir. – Se quiser, pode usar o gorro de cima da mesa! –Enfim, a materna ente da ginasial, havia cessado o discurso.
-...-O rapaz, somente coletou o objeto, analisando o mesmo. Era quase semelhante ao outro artefato, o qual sempre utilizava. Assim, com certo desajeito, depositou sobre a cabeça.
-Logo vai se sentir melhor com isto o esquentando! –A primeira, persistia sorridente.
-Onde posso encontrar doce? –O jovem, ralhou com suave enrubescimento. - Kagome me disse que nesse mundo, se presenteia com eles. -Isto fora o suficiente para o mancebo captar a confissão, e envergonhar.
-Ora, você não ganhou chocolate da Kagome ontem? –Desta vez, o terceiro timbre interferia.- Por que não divide com ela, afinal? –O idoso humano, logo investigava com naturalidade.
-...-O meio youkai, tentava se explicar da maneira menos detalhista, se possível. Não iria querer ceder o orgulho em troca de uma pequena mancha, ou estava preparado para hipocrisia?
-Bem, podemos usar o resto dos ingredientes que a Kagome comprou! –A senhora, o salvara de uma constrangedora situação.
-“O que ela quer dizer com podemos?” - Constantemente, esta reflexão, martelava a mente do desconfiado e parcial mononoke.
-Você tem razão, minha filha! – O desespero do concentrado mestiço, permutava as breves informações do aposentado humano.- Minha neta ficaria muito mais feliz se fosse feito com as próprias mãos!
-Um presente bem entregue é feito com esforço e carinho, não acha?
Esta tese, diretamente aos confusos dourados rubis do rapaz, se tornara razão suficiente para o mesmo, acuar, sem quaisquer reações. Afinal, estava sendo direcionado a cozinhar. Neste instante, pairava que as inúmeras situações, a qual quase se sacrificava pela púbere, jamais seria no mesmo nível disto. Por que diabos denominaram ingredientes e o hanyou em uma única afirmação? De algum modo, começara a confirmar a teoria de que ambos estavam enlouquecendo. Ou estaria si próprio encontrando a insanidade? Ora, em que estivera pensando? Cedendo auxilio de uma mera humana para trajar sobre a veste avermelhada, um simples e nada protetor, tal de avental?
-Esta coisa esquisita é mesmo necessária? –O mancebo, indagava com nítido desconforto.
-É apenas para evitar que sua roupa se manche com toda a sujeira! –A humana, sorridente, quase finalizara. - Primeiro você precisa bater dois ovos com cuidado, enquanto mistura com alguns ingredientes! Depois é apenas mexer a massa e colocar ao forno! –A mesma, complementava com calmaria.
-“De que inferno, ela esta tentando me falar?” - O primeiro, refletia com intensa indiscrição.
-Kagome vai ficar feliz em ver seu esforço! –Enfim, o ente materno da colegial, finalizara, ao mesmo instante em se distanciava para o outro extremo da cozinha.
Ruborizava constantemente diante das ecoadas lembranças desta encurtada observação. Porém, quaisquer hipóteses foram ralhadas, uma vez que arriscasse a relembrar os passos a fazer. Necessitava golpear ovos, com cautela? Para que necessitaria concentração, se ambos se rachariam logo que se chocassem? Dúvidas complexas para uma dimensão estranha, não? Logo, fora o que o mancebo realizou, depositando o par de melosas gemas e cascas no interior do recipiente com algumas outras misturas. Perguntava a si mesmo, como esta presença grotesca se tornaria um aromatizado e desejado doce. E novamente, as indagações complexas retornavam em vão. Por fim, os minutos logo se contornavam, transformando em horas, desde que a humana não havia observado a presença de cascas de ovos na massa, ou a brutal mexida na mistura da massa, acidentalmente derrubando a pimenta, o pequeno pote de fermento e demais temperos. De qualquer modo, um intenso gargalhar transbordou na mente do jovem hanyou, um momento em que a auxiliar do mesmo, experimentara o imenso e incomum presente.
-O que está acontecendo aqui? –Um reconhecido timbre, tornou a indagar.-Inu-Yasha, por que está vestido desse jeito? –O divertido semblante da jovem, continha a hilaridade, ao menos.
-Não é nada!.-o rapaz, somente emudecera diante deste momento constrangedor. A face deste, lentamente emburrava.
-Kagome, eu iria chamar você mais tarde! É uma pena que ficou amarga! –A ente, replicava enquanto limpava as mãos em um pequenino pano.
-...-Novamente aquela humana havia lhe preservado o couro. Como demonstraria gratidão, se cozinhar já confessava não ser o forte do mestiço?
Contudo, um segundo riso dilacerava a mente do meio youkai. Um soar afetuoso e suave, o qual sempre contemplava. As informações já tinham processado para a ginasial, porém, a mesma sentia a alma elevar pelas tentativas, outra vez em vão do amado meio mancebo. Este, por fim, ligeiramente retirava o fino traje, que encobria a própria superior da veste, a qual, se afrouxava, apresentando o manchado da porção antigamente branca.
-Oh, está manchada! –O parente maternal da adolescente, exclamava com arrependimento. – É melhor você ir tomar um banho, enquanto eu tento tirar a sujeira! –A mesma, complementou quase como uma ordem.
-Isto ai na sua roupa parece chocolate! –A restante e gentil humana,replicava com desconfiança para o mestiço rapaz.
-Ora, pare de me amolar! –Enfim, emburrara como diariamente, libertando um breve riso da jovem anterior.
A guerra havia cessado. O parcial mononoke havia desistido de derrotar o fermento e açúcar. Acreditava ser mais agradável receber ambos, permutados em um adocicado chocolate. Vagarosamente adentrou a morna água e límpida da banheira. Conformava do conceito de ao menos o consangüíneo da ginasial, ao menos o doutrinar algum objetivo com sucesso naquela residência. Um sedativo parecera acertar o próprio corpo, uma vez em que conseguia relaxar com resultado. O tempo transcorreu, quase vagarosamente, e logo, o meio canídeo se levantara, enroscando uma branca toalha em torno da cintura. Enfim, quando abrira a passagem para o corredor, fora capaz de se esbarrar com a ginasial.
-Inu-Yasha...-A rapariga, balbuciava, evitando conter o constrangimento de fitar o esbelto físico do mestiço.
Os dourados rubis persistiam em uma atuação penetrante as castanhas jóias da jovem. Um conduzido olhar, terno e afetuoso diante do emudecer. A rígida palma direita do jovem, alcançava a face da fêmea humana, e desta maneira, fixava os próprios lábios aos desta. Um ósculo. O breve roçar de lábios somente por segundos. A surpresa de um ato, através de um beijo roubado.
-Minha Kagome! –O másculo timbre, soara próxima da face, ruborizada e surpreendida da púbere. Um encantador sorriso, brotado e sem dúvidas apreciado pelo adolescente.- Daisuki! –Fora a última palavra, anteriormente ao ósculo, prolongado e adocicado presente.
Diante de distintas dimensões, concluíram que sempre esteve conectado todo o segundo e tempo, juntamente a ambas as Eras. O mais belo White Day não se relacionava aos nobres chocolates, porém, ao significado que havia encontrado na harmonia do coração, amando a pessoa ideal e compartilhando com esta mesma, o verdadeiro sentimento do amor. Mesmo que muitas situações, não seja nítida a presença de alguém somente trajando uma simples toalha, provando que a medida de uma atração, jamais é medida pela quantidade de roupas...
White Day: dia de retribuição dos chocolates, onde garotos entregam a garotas. Normalmente chocolates mais caros, pelo ponto criterioso.
Daisuki: Adorar, o predileto de.
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Comentários (
2)

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Qdo deus ker, ñ há qm keira
Postado em 30/10/2006 16:10:50
É mt massa seu jeito de escrever, apesar que a vezes me perco na história, mas memso assim tá mt show
Obrigado por presentear, nós, da AS, com essa deliciosa leitura, com essa maravilhosa fic
bjuss
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Entrevista de Ayrton Senna ao Programa Roda Viva, da Tv Cultura, de 1986
http://senna-4ever.webcindario.com
Blog feito por mim sobre o maior piloto do Automobilismo, um exemplo de pessoa, um exemplo... de brasileiro
http://senna-4ever.blogspot.com
"Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro".
Ayrton Senna da Silva

Usuário
Postado em 26/06/2006 02:04:11
tsubame
gostei muito de sua fic mas vc poderia usar um linguagem mas simples como ja disse eu gosto d sua fic mas quando estou lendo chego a pensar q o escritor MACHADO DE ASSIS q esta escrevendo RISOS! nao fica chatiada ta ate porq eu amo a obra desse escritor.
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Eu me lembro bem
A primeira vez em que eu te vi, não dá pra esquecer.
O sol brilhando ali, vi você sorrir,
Sem imaginar, que eu te percebi
São momentos inesquecíveis
O mundo pára e nasce um grande amor
Eu e você... ♥