[Bleach] Reconstrução - Capitulo X - Um livro se abre e começam as revelações. Parte I.
Capitulo X - Um livro se abre e começam as revelações. Parte I.
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Capitulo X - Um livro se abre e começam as revelações. Parte I.
Flashback
Sala de pesquisas do décimo segundo esquadrão. Urahara estava concentrado em sua mesa, trabalhando em uma pesquisa. Sua tenente estava em um missão externa e Mayuri trabalhava em outra mesa. Por volta das 2:30 da madrugada Tessai entra na sala com um embrulho envolto nos braços.
- Capitão Urahara!
Kisuke se assusta com o desespero que o homem o chamava. Se levantou e foi ao encontro de Tessai. Mayuri observou de sua mesa.
- O que é isso Tessai-san?
- Estava em uma missão em Rukongai. Essa criança nasceu e por causa do poder espiritual que emanava sua mãe morreu ao dar a luz.
- E por que a trouxe aqui, leve ela pro quarto esquadrão.
- Não. Essa garota é diferente. O poder que ela possui não é um poder comum aos shinigamis, ou as almas vagantes de Rukongai. Ela nasceu com um pequeno fragmento de uma mascara de hollow. –
Neste momento Mayuri se levantou.
- O que está dizendo Tessai-san?
- O que ouviu. Sua mãe agonizou muito na hora de seu nascimento. Escutei os gritos e fui ajudar, quando cheguei pude sentir o poder emanado da criança. E no canto ao lado estava um pequeno, quase minúsculo pedaço de uma mascara hollow. Não sei ao certo o que essa criança é, mas pode ser perigosa.
- Você conhecia a mãe dela? – Urahara parecia transtornado com o que ouvia.
- Não, mas sei que era uma shinigamis do terceiro esquadrão, era de um posto baixo e decidiu ter a filha em Rukongai.
- Capitão, tente usar o Hougyoku nela!
- Como Mayuri??
- Ué o senhor disse que se usado corretamente pode controlar os poderes ou até mesmo adicionar poderes para alguém.- Urahara olhou perplexo, assentiu por alguns minutos mas decidiu seguir o conselho de Mayuri.
- Vamos Tessai-san, coloque-a na maca da sala ao lado. – Urahara Apontava para a sala ao lado. Fez um sinal chamando Mayuri.
Mayuri e Urahara prepararam a pedra. Tessai arrumou a sala e Urahara usou do poder da pedra para controlar o poder de Ururu.Com o passar dos minutos a garota se acalmou, seu choro cessou e ela dormiu.
- Essa garota é estranha. – Urahara exclamou.
- Por que capitão?
- Seu poder não é de shinigami, mas também não é de hollow.
- O que quer dizer com isso Urahara?
- Que se essa garota for treinada, ela poderá causar grandes estragos.
- O que faremos com ela capitão?
- Eu cuidarei dela.
E desde então Ururu é cuidada por Urahara, que treinou a garota, ensinou a usar os seus poderes. E o mesmo a intitulou como anti-shinigami. Só omitiu o fato de que a garota é também anti-hollow. E por isso de suas mudança ao surgimento do espada.
Flashback off. Os capitães saíram em silencio da reunião. Renji e Ichigo saíram juntos. Caminharam em silencio até se afastarem um pouco dos demais capitães.
- Renji, quem vai cuidar do meu esquadrão quando eu e a Rukia estivermos fora?
- Ué o terceiro em comando.
- Mas eu nem sei que é. – Neste momento Renji bate na testa em sinal de reprovação.
- Como não sabe quem é?
- É que ainda não fomos apresentados.
Renji suspirou.
- Então com certeza a Rukia deve sabe quem é.
- A menos mal.
Neste momento chegaram ao esquadrão de Ichigo. Abriram a porta e encontraram Rukia, Inoe e Ishida rindo. Os mesmos movidos pelas brincadeiras e conversas fúteis que decorriam nem perceberam a chegada dos capitães.
- Yare, Yare. – Ichigo disse um pouco alto para que percebessem que eles estavam ali.
Os três deram um leve pulo pelo susto que tomaram. E Rukia foi a primeira a se pronunciar, já levantando da cadeira.
- Ichigo seu baka, precisa nos assustar.
- Precisavam conversar tão alto. – o garoto pareceu não se importar com a braveza da garota.
- Ahhhhhhh seu. – Mas Ichigo segurou o braço de Rukia, que ia a sua direção para acertar-lhe um soco.
- Calma Rukia, tem uma coisa pra contar.
Rukia se assustou com o tom de Ichigo, que parecia de preocupação. O fato de segurar o braço de Rukia foi só um pretexto para tocar na amada. Ichigo deu um leve sorriso que só era dado a Rukia. Todos na sala perceberam e o silencio pairou. Renji se dirigiu a uma cadeira vaga que estava na sala. Ichigo caminhou até sua cadeira e Rukia fez o mesmo.
Depois de alguns segundos Ichigo começou:
- Vamos voltar a Karakura.
Todos menos Renji se espantaram.
- Como assim Ichigo? – Rukia pronunciara sem entender o porquê daquilo.
- Ué, teremos uma missão lá.
- É sobre o que ta acontecendo na comunicação?
- Não tem mais uma coisa.
E calmamente Ichigo contou aos seus amigos o que estava acontecendo. Em alguns momentos Renji o ajudava a relatar. Todos escutavam atentamente e um tanto que surpresos.
Hitsugaya seguiu direto para seu esquadrão. Quando abriu a porta de sua sala viu Matsumoto deitada no sofá, que ficava perto de sua mesa. A garota parecia dormir, porém Hitsugaya sabia que se ela estivesse dormindo, seria pelo fato de enquanto o mesmo estava na reunião, ela bebeu todas as garrafas de sake que poderiam ser tomadas.
Chegou mais perto dela e sussurrou ao seu ouvido.
- Acorde Matsumoto.
Para seu espanto a garota pulou na mesma hora do sofá. Por sua expressão parecia sóbria, coisa que não era muito comum quando o capitão voltava das reuniões.
- Sim capitão. – Hitsugaya franziu o cenho.
- O que estava fazendo? – Rangiku sentou no sofá. O capitão ainda permanecia em pé de braços cruzados.
- Estava cochilando, fiquei muito cansada do trabalho. – Hitsugaya levantou as sobrancelhas.
- Sei. – Silenciaram por um momento, Hitsugaya pensou em lhe perguntar se havia bebido, mas preferiu não saber da resposta. Resolveu ir direto ao ponto.
- Matsumoto, você irá para Karakura. – Agora era a vez de a tenente franzir o cenho e dar um leve grito de espanto.
- Hmmmmmmmmm?
- Isso mesmo. – Hitsugaya lhe relatou tudo o que foi dito na reunião. Durante seu relato sentou-se ao lado da garota. Depois de alguns minutos contanto sem pausas o que aconteceu, o capitão aconselhou-a:
- Espero que seu coração esteja preparado para o que vier. – Hitsugaya temia por ela e Gim se encontrarem novamente.
- Capitão, agora que me recuperei da batalha. Coisa que o senhor sabe que foi difícil pode ficar tranqüilo nada mais machucara meu coração. Pelo menos nada vindo dele.
- Fico feliz por isso. – Agora o capitão parecia mais tranqüilo. Porém Matsumoto estava pensativa.
- Sabe capitão, acho que a pessoa que roubou o livro foi Ichimaru.
Mais uma vez Hitsugaya pareceu preocupado, franziu o cenho novamente e fitou a tenente.
- Diversas vezes entrei na sala do Gim, e o vi com um livro. Ele nunca quis me mostrar o que era. Por diversas vezes achei que eram sei lá coisas... – Ela se enrolou um pouco par falar. – Bom o senhor sabe o que é. – Hitsugaya suspirou. – Então, mas um dia eu tava deitada na mesa dele, e o livro tava no chão, por que ele derrubou na hora que... – Mais uma vez ela se enrolou para detalhar, porém Hitsugaya não queria saber os detalhes.
- Prossiga, por favor.
- Sim, desculpe. Ai eu olhei o livro, que tava aberto em uma pagina qualquer, mas não tinha nada demais. Vi que só era um monte de baboseiras sobre hadous e bakudous e imaginei que o Gim tava estudando pra ficar mais forte e deixei de lado a curiosidade. -
Mais um suspiro de Hitsugaya.
- Acho que você pode ta certa, mas ele pode ter dado aos outros o livro. Ou alguém pode ter roubado dele.
- Só foi o Aizen. Por que o Tousen não conseguiria ler o livro.
Hitsugaya fechou os olhos e deu mais um suspiro.
- Você pode ta certa, por isso mesmo que disse pra tomar cuidado com seu coração. Temos 50% de chance de o Ichimaru estar vivo.
- Consideraria 80%. E não se preocupe capitão, Gin já magoou demais meu coração. Por causa dele quase morri. Estou aqui graças a Kira. ( Nos últimos capítulos de mangá, quem leu vai saber porque, não queria dar um super spoiler, apesar de já estar dando.) E não tenho mais amor pelo Gin.
- Que bom Matsumoto.
Quando Ichigo terminou de contar sobre as suspeitas de Nanao todos estavam um pouco atordoados. Pensando que mal terminou uma guerra e outra já havia começado.
- Kurosaki-kun, quem vai conosco pra Karakura. – No final Inoe até gostou do fato de poder voltar para Karakura.
- Yumichika, Ikkaku, Ise e Matsumoto.
- Ainda bem que pelo menos ficaremos juntos mais uma vez. – As palavras proferidas de Ishida refletiram no coração de todos.
- Pena que Sado-Kun não esta mais conosco. – Inoe tinha cara de choro. Renji se aproximou dela, Ichigo o observou de canto, estranhando o fato.
- Não fique assim Inoe. Ele morreu honrado, salvando alguém que amava. – Renji afagou seus cabelos. E uma lagrima teimosa correu dos olhos da garota. Que falou tão baixo que pareceu um sussurro:
- E esse alguém era eu. – Apesar de ter sido baixo, todos escutaram. Ichigo sentiu uma pontada no coração, maldita dor que vinha nos momentos de tristeza. Lembrou-se de sua amada mãe e de sua morte, ainda tão doida para o garoto.
- Por isso Inoe, que devemos lutar agora. Assim ninguém mais vai morrer. – Todos olharam para Ichigo. Rukia o abraçou, nem se importando com a presença dos amigos.
- Isso mesmo vamos parar de só nos lamentar e lutar pra que esse maldito morra e a paz volte a reinar em nossos corações.
- Bom, vou arrumar minhas coisas e me despedir de Nemu. – Ishida seguia em direção a porta.
- Só não se canse demais Ishida. – Renji começou a rir, Ishida se virou.
- Não se preocupe Abarai. Ao contrario de você que pode descansar o tempo todo. –
Renji parou de rir. Ao contrario Ichigo começou a rir mais. Ishida saiu da sala e fechou a porta. Renji com raiva de Ichigo estar rindo dele se levantou.
- cala a boca Ichigo seu maldito.
Ichigo também se levantou e ambos começaram a se encarar.
- Cala a boca você, só por que você não tem namorada fica ai todo estressadinho.
- Ah e por acaso você tem namorada? – Ichigo abriu a boca pra responder, mas foi interrompido pelo grito de Rukia, que também se envolveu entre ambos.
- ICHIGOOOOOOOOO.
Renji e Ichigo olharam para a garota.
- Calem a boca os dois.
Ambos viraram acatando a ordem da amiga.
Para aliviar a tensão, Inoe se pronunciou:
- Abarai-Kun, vc vai pra sua casa agora? Preciso pegar meu outro quimono que ficou lá.
- Sim, eu passo lá com você. Depois vou pro meu esquadrão deixar ordens pro Seiko enquanto eu estiver fora.
- Vamos?
- Sim.
- Tchau, Kurosaki-Kun, Kuchiki-san.
- Tchau Inoe. – Só Rukia respondeu, Ichigo assentiu
Depois que eles saíram da sala Rukia se aproximou de Ichigo que parecia irritado. O garoto olhava em direção a janela.O abraçou pelas costas.
- Que foi Ichigo? – Ele tinha a expressão mais brava do que o costume.
- Por que você me interrompeu quando eu ia falar que você era minha namorada?
- Por que não queria que as coisas fossem ditas dessa maneira.
- Por quê?
- Por que Renji é meu amigo e gostaria de contar pra ele num momento mais calmo.
Ichigo assentiu.
- Inoe já sabe sobre nós. – Ichigo franziu o cenho.
- Você contou?
- Não ela nos viu no dia no campo. – Ichigo fez cara de espanto, imaginou que a garota viu o que ele e Rukia fizeram.
- Ela viu nós dois? – disse quase que soletrando.
Rukia riu.
- Também pensei isso, mas ela disse que o Renji a tirou de lá antes que ela visse o que não queria ver.
- Então o Renji também já sabe.
- Em partes.
- Ahhhhh esquece isso. – E Ichigo se virou a beijou. Rukia se surpreendeu com o beijo, não o esperava, Ichigo afagava seus cabelos, e ela se agarrou ao pescoço dele. Ichigo a pegou no colo e carinhosamente a levou para cima da mesa. Beijavam-se apaixonadamente. Ichigo a deitou na mesa e começou a desamarrou seu quimono, sem descolar os lábios dos dela. Mas foi parado pela garota, que ao sentir que seu quimono era desamarrado o empurrou de leve para cima. Ele se assustou com tal ato.
- Ichigo, traque a porta. – Ele se sentiu aliviado por ser só isso. Ela tinha o olhar mais lindo e profundo que ele conheceu, deu-lhe um selinho depois de admirá-la. Ela estava vermelha. Obedeceu as ordens de sua amada. Foi e trancou a porta, aproveitou e fechou as janelas do cômodo. Voltou e subiu em cima da mesa com as pernas envoltas em Rukia. Inclinou-se para perto do ouvido dela e sussurrou:
- Onde estávamos? – Mordeu-lhe uma leve mordida. Ela sorriu de um jeito malicioso.
Nanao e Shunsui foram para seu esquadrão em silencio, ao entrar na sala Shunsui se virou e trancou a porta, sua tenente nem percebeu tal ato.
Nanao se sentou em sua mesa. Shunsui deitou-se costumeiramente em seu haori. Colocou seu chapéu sobre o rosto e Nanao começou a averiguar seus serviços. Depois de minutos que incrivelmente foram silenciosos, Nanao foi interrompida por seu taichou.
- Fiquei orgulhoso de você. – Nanao franziu o cenho, afinal Shunsui nunca começou uma cantada assim.
- Obrigada capitão. – E voltou aos seus afazeres costumeiros.
- Estava linda demonstrando sua teoria. – Nanao suspirou, começaria mais uma pilha de cantadas.
- Por favor, taichou, não comece estou ocupada. – Ultimamente Nanao estava mais “cruel”, desde que Shunsui a beijara, ela tentava de todas as formas possíveis fugir de seu capitão, afinal, sabia que se ele a tocasse novamente não resistiria.
- Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar *. – Nanao se assustou com as palavras de seu capitão.
- Desde quando lê Shakespeare?
- Desde que decidi te conquistar! – Nanao paralisou no momento, por que, por que ele fazia aquilo. Afinal, ele poderia ter as mulheres que quisesse, quantas recrutas fariam tudo para passar uma noite em seu quarto. E por que ela, a tão séria Nanao.
- Por que o silencio Nanao? – Ela não sabia o que responder. - Posso te perguntar uma coisa?
- Sim. – Ela disse quase em um sussurro. Shunsui se aproximou dela apoiou as mãos sobre a mesa e se aproximou de seu rosto.
- Você me ama? – Ambos se encaravam. Seus olhares não conseguiam ser desviados.
Minutos atordoantes de silencio dominaram a sala. Seus olhos não se separavam, o desejo de ambos de juntar seus corpos em um só aumentava.
-As palavras são como os patifes desde o momento em que as promessas os desonraram. Elas tornaram-se de tal maneira impostoras que me repugna servir-me delas para provar que tenho razão.*
- Então me mostre seus sentimentos com gestos. – Sem atos pensados e agora também movida por seus sentimentos antigos pelo seu taichou Nanao delicadamente envolveu seu pescoço e esperou que os lábios de seu capitão a envolvessem. Coisa que não demorou. Senti-la tão sua fez Kyouraku amá-la ainda mais. Sim a amava verdadeiramente, e sabia que ela o amava também. Nenhuma outra mulher que ele já possuirá teria o mesmo sabor que sua Nanao. Pois tê-la era mais do que tesão, era amor.
Nanao fora envolvida pelos braços fortes de seu capitão. Senti-lo tão próximo, poder “dividirem” o ar que respiravam era um sonho, sim o sonho que sempre teve desde que começara a se entender como mulher. Ele a acolhera quando pequena. Agora gostaria que ele a acolhe-se como mulher. Sempre o virá com outras garotas, e isso corrompia seu coração. Mas sabia que a culpa de ele procurar outras mulheres era sua afinal nunca cedera aos seus encantos, por considerar inapropriado. Às vezes se achava até parecia com Kuchiki taichou, cheia das regras. Mas agora tudo se tornara diferente.
No momento em que os lábios sedentos um do outro se descolaram, seus olhares se cruzaram novamente.
- Sabe Nanao, foi mais fácil enfrentar o primeiro espada do que te conquistar. – Nanao sorriu, estava vermelha.
- Eu te amo Shunsui-Kun.
- Sempre te amei minha Nanao-chan.
Agora finalmente poderiam consumar seu Amor. A porta estava trancada.
Byakuya caminhou calmante ao seu esquadrão. Entrou e viu que Hiuky dormia em cima dos papeis que deveriam estar preenchidos e assinados. Suspirou.
“Já não bastava o Renji dormir em cima dos documentos, agora ela também!”
Byakuya chegou mais próximo dela, desceu o rosto para lhe chamar. Sentiu o perfume que a garota emanava, e junto sentiu o corpo arrepiar.
“Preciso acordá-la, antes que eu cometa uma loucura.” Sentiu um leve arrepio.
- Hiuky acorde. - a garota deu um pulo, uma pelo susto de ser acordada e outra pelo fato de seu capitão acordá-la.
- Perdão taichou. Eu.. Eu não estava bem.
Byakuya fechou os olhos.
- Não precisa se explicar, já me acostumei a pegar Renji em cenas como essa.
Hiuky riu, um pouco mais alto do que desejava. Encarou Byakuya já esperando uma bronca, que não veio.
Byakuya se sentou em sua mesa e calmamente começou a detalhar os ocorridos e o que foi decido na reunião. A garota escutou atentamente.
Ishida chegou à sala de Nemu, lá encontrou a garota com Mayuri.
- Com licença capitão, Nemu-san
- O que faz aqui Quincy, já não lhe ordenei que fosse a Karakura arrumar a conexão.
Ishida fez cara de raiva.
- Sim, já vou indo. Precisava falar com Nemu.
- Pode falar então.
Gotas na cabeça de Ishida e Nemu.
- Tudo bem depois eu volto.
- Por que depois. Não precisam ficar escondendo.
Nemu olhou com certo desespero a Ishida.
- Mayuri-sama, precisava mesmo falar com o senhor.
Shinigami Zuka Golden especial de Natal
25 de Dezembro na Sereitei.
Na sala de Ichigo, ele e Rukia conversavam, sobre assuntos banais. Rukia sentada próxima a mesa de Ichigo, que estava sentado com a cadeira inclina apoiada na parede atrás, com as mãos na nuca, fitando o teto.
- Rukia, aqui vocês comemoram o natal?
- Hum?? – Rukia tinha uma expressão curiosa.
- Não sabe o que é natal?
- Não.
Ichigo suspirou.
- È uma comemoração cristã, que se tornou mundial, comemoramos o nascimento de Jesus. Na verdade se tornou apenas uma data capitalista para as pessoas ganharem presentes.
- Ah já me falaram desse tal de Jesus. Mas não me falaram sobre ganhar presentes.
Ichigo fechou os olhos.
- È assim, vc compra presentes as pessoas que mais ama. Em comemoração aos presentes dados ao menino Jesus no dia de seu nascimento.
Rukia tinha no rosto uma expressão de garota peralta, que acabara de ter uma idéia pra aprontar uma travessura.
-Ichigo posso sair um pouco. – Ichigo ainda mantinha a mesma expressão calma. E os olhos fechados.
- Claro Baka.
Rukia saiu correndo, fechou a porta sem dizer uma só palavra. Ichigo abriu os olhos apenas para observar a garota sair. Voltou a fechá-los e decidiu descansar.
Rukia passou a tarde entre tesouras, canetas coloridas, lápis de cores e papeis. Depois de a garota passar duas horas em seu quarto Byakuya resolveu verificar o que a garota estava fazendo.
A porta estava entre aberta, Byakuya olhou e viu Rukia entretida demais entre futilidades que nem percebeu que era observada.
- Rukia.
A garota pulou pelo susto.
- Sim nii-sama. – Rukia se levanta rapidamente. – O que deseja?
- Gostaria de saber o que está fazendo?
- Estou fazendo um... é um desenho pra dar de presente...
Byakuya franziu o cenho e sem perder o tom frio e serio tentou matar sua curiosidade.
- Presente?
- Sim, Ichigo me disse que no Natal damos presente às pessoas que amamos.
-Natal?
- Sim não entendi direito, mas é como um aniversário de um homem chamado Jesus.
Byakuya fechou os olhos.
- Rukia você conviveu demais com os humanos. Acabe o que está fazendo logo e esqueça essa história de Natal
Rukia tinha uma expressão de desapontamento.
- Sim nii-sama, já estou voltando ao meu esquadrão.
Byakuya saiu do quarto, não demonstrou mais estava extremamente curioso para entender o que era esse tal de Natal. Foi ao seu escritório.
Depois de algumas horas mais Rukia sai do quarto com um pequeno embrulho na mão. Corre a direção de seu esquadrão. Quando entrou Ichigo estava sentada agora em direção a janela observando o por do sol. Quando ouviu a porta abrir se levantou.
-Rukia onde vc se meteu me deixou preocupado.
- Oras você disse que deveríamos dar presentes as pessoas que amávamos, fui arrumar o meu.
- Hum? – Ichigo não estava entendendo
Rukia tira os braços de trás das costas, ainda estava ofegante, queria chegar ao esquadrão antes de o expediente acabar. Ternamente o entregou a Ichigo. O pacote era de papel azul claro com coelhinhos aleatórios desenhados por Rukia. Ichigo ainda não entendendo muito bem abriu o pacote. Dentro tinha o que se podia chamar de um porta retrato, feito com cartolina (N/A: nem sei se existi isso na SS). No centro do porta retrato um desenho de Ichigo e Rukia só que coelhinhos. O Coelho Ichigo rinha o cabelo laranja, o coelho Rukia tinha o cabelo preto e uma mecha que caia sobre seus olhos. Estavam de mãos dadas e ao fundo o que se podia chamar de uma representação da sala deles. No final estava escrito: Eu te amo. Feliz Natal. O desenho era preso por corações vermelhos colados ao porta retrato. Foi inevitável rir. E Ichigo emocionado deu um abraço em Rukia.
- Obrigada Rukia, também te amo.
- Feliz Natal Ichigo
- Feliz Natal Rukia.
• Frases de Willian Shakespeare.
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