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[Outros] Shine We Are! - 34 - Scream


Saudações leitores! Após um bom período de jejum tive a vontade de escrever novamente, em especial essa história maluca cheia de drama, romance e com doses de comédia. Ela tem o mesmo nome da canção “Shine we are!” da BoA, uma das minhas músicas pop prediletas! A história nasceu depois de eu fazer uma análise da canção e também de refletir sobre algumas premícias da vida e reparar o quão simples as coisas podem ser e que a felicidade pode estar ao nosso alcance sempre, pois todos nós temos um brilho especial.
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Classificação: Dezesseis
Nota: Nota: 5
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AnimeSpirit:

Adicionado por: @G-Dragon
Adicionado em: 02/06/2009
Categoria: Misc/Outros
Generos: Romance e Novela., Shoujo (Romântico), Musical (Songfic), Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos:
Personagens: Sasuke, Keitaro, Shuichi, Mamoru, Jessica
Tags: Karol, Keitaro, Jessica, Mamoru, Shuichi, Thaís, Utada, Yamada


[justo]

SHINE WE ARE! (O BRILHO QUE NÓS TEMOS)
Por Karol (Colunista Sesshoumaru)








Notas da autora:
Saudações leitores! Após um bom período de jejum tive a vontade de escrever novamente, em especial essa história maluca cheia de drama, romance e com doses de comédia. Ela tem o mesmo nome da canção “Shine we are!” da BoA, uma das minhas músicas pop prediletas! A história nasceu depois de eu fazer uma análise da canção e também de refletir sobre algumas premícias da vida e reparar o quão simples as coisas podem ser e que a felicidade pode estar ao nosso alcance sempre, pois todos nós temos um brilho especial.
Cada um dos capítulos recebe o título de uma das canções nas quais me inspirei para criar todo o enredo. Aconselho a escutá-las enquanto lêem para ajudar na ambientação das coisas, todas são da cantora BoA.
Personagens baseados em Gackt (aspectos físicos - adoro ele!) e BoA (aspecto vocal e canções) - (artistas de JRock e KPop). Tirando isso, todo o restante da história e do psicológico dos personagens é integralmente de minha autoria.
Tive a idéia de basear o físico no Gackt depois de lembrar que a Ryuzaki gosta do Myavi... Nada haver... Mas eu curto tanto um como o outro, existe uma brincadeira na net que diz que o Gackt é o pai do Myavi XD e achei muito legal o show em que os dois cantam juntos no palco, muito bom!!!
Aviso: Esta trama ainda é escrita conforme o antigo acordo ortográfico, a autora “baka” ainda não teve coragem de sentar com uma nova gramática do acordo de 01/2009 para ler e para acostumar-se com a nova grafia. Muito menos o corretor ortográfico do computador dela XD
Boa leitura!




Capítulo 34
Scream


Cerca de duas semanas já haviam se passado. A agonia imperava na casa em Nagao. Mamoru não respondia ao tratamento e a cada dia que passava sofria mai e mais paradas cardíacas e respiratórias. A família toda, com exceção de Jéssica qu ficara em casa em repouso, fora até o hospital em Shizuoka a pedido do doutor Takamura. Todos já iam dentro dos carros com olhos tristes, marejados, faces oblíquas e desanimadas esperando pelo pior.

Em Nagao, no quarto da casa, Jéssica levanta-se da cama para ir até a cozinha tomar um chá. Ela estava pensativa e também preocupada com a situação de Mamoru.

De cabeça baixa ela desce as escadas pensando em tudo o que ocorrera no dia do casamento de Utada e Sasuke:

_Como pode alguém atirar assim em Mamoru? O que está havendo com essa gente?

Ao deixar o último degraou ela é surpreendida por uma voz feminina cheia de ódio:

_Você! Vire-se devagar e não grite!

Jéssica se assusta e vira-se devagar apreensiva.

Uma jovem oriental de cabelos curtos castanhos, com um uniforme escolar e uma arma nas mãos apontada para Jéssica dizia:

_Você vai me acompanhar sem fazer nenhum escândalo!

...

Na gravadora em Tokyo, a presidência estava reunida em reunião reservada a portas trancdas. O presidente furioso soca a mesa e brada:

_Como aquele imbecil vai atirar no irmão de Key-kun! Como ele errou o alvo dessa maneira! Você não explicou direito Okina?

Um rapaz magrelo de óculos ajeita-os e fala:

_Eu expliquei bem, disse que o alvo era a garota! Como os irmãos são gêmeos ele deve ter confundido Mamoru com Key-kun e atirado na mulher errada!

_Mas que espécie de anta confunde uma mulher grávida com uma não grávida? O alvo era a esposa de Keitaro! – brada o homem furioso arremessando um copo d’água à parede que espatifou-se em mil pedacinhos assustando os presentes. – Eu quero aquela maldita morta! Entenderam? Morta!

Uma jovem senhora de tailleur azul responde com um sorriso sagaz:

_Não se preocupe senhor. Já cuidei de tudo! – ela arremessa uma pasta sobre a mesa.

O presidente a pega, abre e começa a folhar as informaçãoes e verificar as fotos:

_Trata-se de Shiori Takada. – disse a mulher caminhando pela sala de reuniões com ambas as mãos para traz e um sorriso de satisfação nos lábios carmim. – Ela tem cerca de dezenove anos e é uma fã incondicional de Key-kun. Ela foi mandada ao reformatório após em um show espancar violentamente outras duas garotas que conseguiram subir ao palco e abraçarem Key-kun. Verifiquei seu histórico escolar e policial, uma ficha repleta de agressividade desmedida. Ela também sofre de transtorno obsessivo e pelo que a ficha médica nos diz, seu objeto de fixação nos últimos nove anos tem sido o nosso” namoradinho dos sonhos” Keitaro. Eu conversei em particular com ela, lógico, sem deixar vestígios ou pistas da corporação, convenci-a de procurar e fazer o trabalho sujo por nós. E sabe o que é melhor? Nem precisaremos gastar dinheiro com isso! Hhahhaaaa!

Um sorriso macabro abre-se nos lábios do presidente que elogia a mulher:

_Bravo! Precisamos justamente disso! Resultados rápidos e inodoros aos nossos cofres! HAuhauahuauha!

...

_Pra onde está me levando sua louca? – pergunta Jéssica aflita aos prantos, amarrada pelos pulsos e deitada no banco de trás de um carro dirigido por Shiori.

_Cale a boca sua vadia! Estamos indo para o meu futuro lar com Key-kun! – disse ela com sua expressão exaltada e eufórica.

_Você é louca? O que pensa estar fazendo? – diz Jéssica desesperada.

Shiori, as gargalhadas, responde ainda dirigindo o carro:

_Não. Sou apenas uma mulher apaixonada, minha cara.

Após duas horas de carro, elas chegam até uma casa próxima a um lago em meio a uma reserva. Shiori desce do carro empurrando Jéssica que vinha sendo trazida a força agarrada pelos cabelos casa à dentro. Elas passm pela cozinha, pela sala até um corredor onde uma porta é aberta por Shiori. Uma escadaria é vista. A seqüestradora acende a luz e fala levando Jéssica para aquela espécie de porão:

_Esta será a sua casa até nosso filho nascer. Depois disso, você morre. Então eu, Keitaro e nosso bebê viveremos felizes sem você para nos atrapalhar!

_Você realmente é insana! Onde em sua cabeça doida acha que Keitaro vai viver com você sabendo que me matou? Ele é meu marido! Pai do meu fiho!

_Cale a boca! – diz Shiori dando um forte tapa no rosto de Jéssica que a arremessa ao chão de joelhos. – Key-kun me ama! E você o enfeitiçou! Mas eu vou livrá-lo desse mau agouro logo que o bebê nascer. Agora fique ai como a cadela que você é.

Shiori diz estas palavras com muita ira na voz e no olhar, ela sobe as escadas e tranca a porta. Jéssica, apavorada começa a chorar e rezar:

_Por favor, Keitaro... Alguém me ajude...

...

No hospital, o doutor encontra a família Fujiwara na recepção e conversa:

_Tendo em vista de que ele não obteve nenhuma resposta nos últimos dias, gostaria de solicitar aos familiares para que iniciemos o processo de verificação de óbito encefálico.

Thaís não se contém e sai correndo aos prantos da recepção para fora do hospital, Keitaro tenta intervir indo atrás da moça:

_Thaís! Espere! Volte aqui! – diz o rapaz correndo atrás da jovem.

Na recepção, atônito e derramando lágrimas em silêncio estava o doutor Shuichi que suspira fundo e balbucia:

_Eu já esperava por isso.

Sasuke abraça o pai enquanto pergunta ao doutor Takamura:

_Espera ai, entendi a parte do óbito, mas o que necessariamente o senhor está querendo dizer?

O doutor então complementa:

_Farei os procedimentos de verificação da perda de todo sentido ambiente, a debilidade total dos músculos, paralisação espontânea da respiração, colapso da pressão sanguínea no momento em que deixa de ser mantida artificialmente e verificação de traçado absolutamente linear de eletroencefalograma. Se isso for constatado após o desligamento dos aparelhos de suporte vital declararemos a morte encefálica do jovem Mamoru Fujiwara. Mas para prosseguir, temos de ter a autorização de seu pai para tanto e precisamos da presença de testemunhas familiares no ato da constatação.

O senhor Shuichi, suspira novamente desolado e diz:

_Traga os papéis Takamura, não prolonguemos ainda mais o nosso sofrimento e o do meu filho.

Do lado de fora do hospital Thaís chorava descontroladamente e lutava para livrar-se dos braços de Keitaro no intuito de fugir dali:

_Não! Solte-me Keitaro! Deixe-me em paz! – gritava ela.

_Pare com isso! Olhe o que você está fazendo! Mamoru não gostaria de ver uma atitude dessas vinda de alguém que ele gabava-se tanto em dizer ser forte e corajosa! – ralha com ela também aos prantos com a notícia Keitaro.

Thaís desiste de lutar e abraça seu cunhado fortemente aos soluços em pranto:

_Não! Mamoru não pode morrer! Não é verdade! Ele tem que reagir Keitaro! Ele não pode fazer isso comigo!

Keitaro a abraçava e também em pranto diz:

_Não temos muito que fazer a não ser rezar e esperar. Vamos voltar lá pra dentro do hospital, essa talvez seja a última vez que o veremos ainda respirando.

Thaís volta em silêncio abraçada a Keitaro. Na recepção, o senhor Shuichi já entregava os papéis assinados. O doutor Takamura os pega, suspira e diz:

_Por favor, me acompanhem.

Todos caminham pelos corredores do hospital em silêncio. Apenas Utada prefere aguardar na recepção. Thaís vai junto dos dois irmãos e do pai dos garotos. Eles chgam a UTI, as portas são abertas. Todos caminham como numa marcha fúnebre até o leito 33. Um Mamoru já mais fraco do que quando ingressou ao hospital era visto, muito magro, pálido, com olheiras fundas e arroxeadas conectado à cabos de eletrodos, cateteres e tubos.

O doutor pára ao lado do sistema de suporte artificial e leva o dedo ao botão e diz:

_Desligarei os aparelhos agora às 17:45 da tarde de hoje, se em dez minutos ele não reagir, constataremos a morte cerebral do paciente.

Todos respiram profundamente. O doutor Takamura desliga então os aparelhos.



Continua...

____________________________________



Notas da autora:

O que eu vou dizer? Que sou má? Que sou perversa?

Não sei. Mas me sinto muito mal pelo Mamoru.

A história está quase chegando ao fim, estamos em nossos últimos capítulos gente.

Só por hoje, sem muito o que dizer depois deste capítulo carregadíssimo.

[/justo]




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