[Saint Seiya] imortais - rosa do destino
a luta contra os terriveis servos de vlade continua, poderão os cavaleiros derrotalos e assim salvar atena?...
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Classificação: Quatroze
Adicionado por:
~anfitrite
Adicionado em:
07/06/2009
Categoria:
Animes/
Saint Seiya
Generos:
Romance e Novela.,
Terror e Horror,
Comédia
Avisos:
Personagens:
Seiya,
Shun,
Hyoga,
Marin,
Miro,
Aioria,
camus vampiros...dokko shina,
marin afrodite
Tags:
Romance,
Vampiros,
Rosas
CAPITULO
XII
A ROSA DO DESTINO
-execução aurora
Com um único golpe Camus derrota os guerreiros que o atacavam, e se aproxima de natasia.
-não me importo em morrer novamente por que já disse tudo que tinha a dizer para você cavaleiro de Atena
-não me chame assim, por que para você eu serei sempre e apenas Camus,
-o Camus que eu conheci nunca existiu para mim você é apenas um desconhecido.
Natasia o vê se aproximando e permanece imóvel apenas esperando que ele a tinja com seu golpe, mas Camus não o faz,
-você não compreende natasia, jamais poderei erguer meus punhos contra você.
Nesse momento tão próximo a ela, Camus a envolve em seus braços com carinho, desejando com que ela possa compreender que mesmo o decorrer dos anos não foi capaz de acabar com o amor que sente por ela.
-Camus...
Uma lagrima silenciosa e sentida desce pelo seu rosto quando ela o abraça
-Camus você deveria me atacar
-nunca... -ele diz com a voz embargada por sentir que aquele corpo era mantido apenas pelo espírito de natasia, uma vez que sua pele era fria como a de um cadáver e o coração já não batia como antes, ela perdera seu calor, seu riso, sua alegria, sua vida
-Atena esta em um castelo logo à frente, quando entrar seu cosmo começara a ser absorvido pelo o castelo, vocês terão pouco tempo para salva-la
-hum... Por que esta me dizendo isso
-para que vá salvar Atena
-eu não irei enfrente ficarei ao seu lado como prometi que ficaria sempre que precisasse
-você é um cavaleiro deve partir
Camus se afasta dela e retira sua armadura
-não sou mais
-você não pode renegar a si mesmo- diz ela tocando-lhe o rosto –você é e sempre será Camus o cavaleiro de ouro de aquário o mestre de cristal e de hyoga, o único pai que sempre desejei para o meu filho, o único a quem ele ama como a um pai.
-hyoga é forte, tem seus amigos não precisa mais de mim.
-e por isso quer deixá-lo órfão de novo, meu hyoga é muito reservado não fala de suas dores ou duvidas com ninguém, mas vocês sabem como fazê-lo falar, como motivá-lo sem mimá-lo, como fazê-lo compreender as coisas por si so.
-não vou embora
-Camus quando o sol despontar no horizonte, o sono no qual eu estive mergulhada todos estes anos no mar da Sibéria terá acabado e meu espírito partira desta terra, mas meu coração estará sempre junto com vocês e com o hyoga então nunca estaremos longe um do outro.
Camus a abraça novamente.
-não estaremos separados por que eu irei com você aonde for seja no paraíso ou no tártaro, não a deixarei nunca mais.
-o que quer dizer
Ao se afastar para fita-lo ela vê sangue no braço dele
-Camus o que
-o corte que fiz não foi muito grande o sangue vertera aos poucos, talvez restam-me algumas horas ainda e então estarei pronto para segui-la aonde for.
-você – ela rasga um pedaço de sua túnica e tenta estancar o sangue mais é inútil pos ele cortara e sua veia do braço provocando uma hemorragia, desesperada ela o abraça novamente.
-hyoga, cavaleiros confio Atena a vocês – dizendo isso ele abraça forte natasia e a beija, seu primeiro e ultimo beijo, um beijo da morte.
-Camus
Hyoga se liberta do esquife de gelo ao sentir que o cosmo de seu mestre começa a desaparecer, ele então decide se dirigir para lá, mas algo surge bloqueando seu caminho.
-o que... A armadura de aquário, ela está me impedindo de ir ajudar o meu mestre Camus.
-hyoga siga em frente sem olhar para trás - diz Camus com o pouco de cosmo que lhe resta
Sem opções o cavaleiro de cisne segue em frente
Shaka finalmente chega ao castelo onde encontra o portão aberto ele começa a caminhar pelo imenso pátio quando houve alguns sons um tanto estranhos seguindo os sons eles chega a um beco escuro onde presencia um momento bem intimo entre ikky e esmeralda, o mais silenciosamente possível ele passa por ali e segue para a entrada do castelo, ao chegar à porta se abre permitindo-lhe passagem.
-rosas diabólicas reais –atacou albafica - achou mesmo que esse golpe me atingiria eu já lhe disse Felipe eu criei esse golpe assim como este, ROSAS SANGRENTAS.
Afrodite se desvia das rosas com grande dificuldade pos todo seu corpo já estava ferido
-um golpe não funciona com umas cavaleiras duas vezes - disse Afrodite sorrindo e reassumindo sua expressão superior de antes – vocês tem razão albafica, não poderei vencê-lo com esses golpes, então acho que minha única escolha é este golpe que me foi proibido.
-um golpe proibido... Hum... Dizem que tudo que é proibido é mais gostoso
-nem tudo, por exemplo, é proibido beber acido sulfúrico, se você beber sua boca, dentes, garganta, laringe, faringe estomago, tudo isso ira derreter e duvido que isso seja gostoso.
-você leva tudo sempre a serio
-é claro naquele santuário so da gente sem noção da realidade, seriedade e realismo são qualidades raras entre os cavaleiros e como eu sou diferente gosto de ser realista e serio.
-diferente hein... Então é verdade o que dizem
-se falar que eu sou gay eu me mato
-não precisa afinal eu já disse não sou preconceituoso
-eu não tenho culpa de todo o resto do mundo achar que homem que cultiva flores é afeminado, sempre gostei de rosas elas possuem uma magnífica simbologia, alem disso sempre achei muito legal o fera.
-o fera... que fera o dos ex-mem
-não esse é azul e esquisito, falo do fera da bela e a fera, meu conto de fadas preferido.
-conto de fadas? Pelo que sei na historia não tem fada alguma só uma bruxa, afinal por que falam conto de fadas para muitos contos infantis, se na verdade são bem poucas as historias que tem fadas.
-eu não sei mais sempre gostei que meu mestre as contasse quando eu fosse dormir, e minha preferida era a da bela e a fera.
-você é estranho, mas enfim uma longa estadia no tártaro dará jeito nessa esquisitice.
-eu já disse que não morrerei aqui... -Afrodite começa e elevar seu cosmo– a vida do fera dependia de um único objeto, se esse objeto se perdesse ou deixasse de existir ele também deixaria, e creio que sabe que este objeto era uma rosa
Albafica vê surpreso uma rosa branca se materializar não mão de Afrodite que começa concentrar nela o seu cosmo
-essa rosa porá fim a sua vida
Nesse momento a prisão de rosas ressurge a impede Afrodite de prosseguir
-a rosa do destino, essa técnica não deveria ter sido passada adiante, deveria ter morrido comigo.
-hum... Então você também desenvolveu essa técnica
-sim
-então sabe que sua prisão de rosas não terá efeito algum
-ele o impedira de criar a rosa do destino
-não é verdade - disse Afrodite se libertando e materializando uma nova rosa, surpreendendo assim albafica, - mesmo que a rosa tenha sido destruída meu cosmo continua se elevando e tudo que preciso fazer agora é isso.
Uma nova flor e materializada adquirindo a cor rosa instantaneamente
-a rosa como conseguiu mudá-la tão rapidamente... uma grande quantidade do meu cosmo esta concentrado nesta rosa se eu errar será o meu fim... Pensa Afrodite prestes a disparar sua ultima rosa
-desfaça a rosa
-desfazê-la seria o mesmo que poupar minha vida sacrificando a de Atena
-não vou atacá-lo agora vamos desfaça a rosa ou estará se sacrificando inutilmente
-não caio em truques tão fajutos
-não é um truque, seus amigos precisaram da sua ajuda para salvar Atena, eu so quis ver se você seria capaz de ajudá-los e agora sei que é.
-que conversa maluca é essa
-a rosa do destino, pode prolongar a vida de Atena se vlade a transformar em um ser como ele.
-e que tipo de ser ele é
-um vampiro, se Atena for mordida, por favor, ensine ela a criar uma rosa do destino depois guardem a rosa, enquanto ela existir Atena existira.
-esta dizendo que é como na historia da bela e a fera
-toda historia possui algo de verdadeiro, agora desfaça e rosa e venha comigo.
Afrodite pensou por alguns minutos enquanto pensava no que fazer o luar refletiu sua luz sobre se caríssimo relógio de pulso e ele viu que havia menos de duas horas para o nascer do sol, tomando sua decisão ele seguiu albafica.
CAPITULO
XIII
O MESTRE DA FORÇA JEDAI
Dokko caminha rumo ao castelo quando alguém surge
-apesar dos anos seu cosmo não diminuiu em nada velho amigo
-tambem se converteu em um aliado das forças do mal asmita antigo cavaleiro de virgem
-não estou fazendo nada errado apenas sigo o meu mestre aquém jurei um dia lealdade
-sua lealdade no passado era para um mestre mais justo
-não sou um juiz dokko, não posso nem devo julgar os outros por seus sentimentos e atos em nome deles cometidos.
-não entendi nada
-esta batalha é muito diferente das que já se travou meu amigo, o inimigo foi um dia um amigo leal a Atena uma lealdade que se transformou em obsessão transformando-o neste ser terrível.
-esta dizendo que Atena conhece o inimigo
-sim e você também por que o conde vlademir é na verdade...
Antes que asmita pudesse concluir a frase ele é morto por um poderoso golpe de espada que o divide ao meio
-asmita
-morto esta ele, traidor é.
A pequena figura verde deixa o arbusto onde se ocultava e encara dokko
-você
-tempo faz que você veja dokko.
-mestre ioda
-do mestre velho lembra ainda
-como não lembraria de quem me ensinou a acreditar na força que existe em mim.
-o que houve comigo – diz shun abrindo os olhos
As poucas luzes das velas iluminavam parcialmente o amplo aposento deixando uma atmosfera de terror no ar, shun ergueu-se da cama recordando-se do que acontecera, em um gesto impulsivo ele passa a mão pelo corpo e respira aliviado ao ver que ainda esta com a armadura de Andrômeda.
-por um instante pensei que aquele veado tinha ... Não é melhor nem pensar muito nisso vai que eu me empolgo com a ideia,... Nem pense nisso –diz a voz interior de shun (conhecida como hades)- já imaginou um deus da morte afeminado seria um escanda-lo
-pelo menos você não mataria mais ninguém – diz shun a si mesmo
-só meio mundo de mulheres, afinal odeio concorrência
-por que só metade – pergunta shun a si mesmo
-por que eu não sou de ferro, e quer fazer o favor de não falar comigo em voz alta ta parecendo o saga
-desculpa
Shun começa a caminhar pelo quarto, sua visão é pouca devido à semi-obscuridade, aos seus pés o chão começa a ranger, o vento bate a janela do quarto repetidas vezes, galhos da arvore frente à janela batem no vidro fazendo um som aterrador, mas o cavaleiro de Andrômeda não se deixava amedrontar
-eu não tenho medo, sou homem, um macho forte, valente e ...- shun pega na maçaneta da porta e abre – AIIIIIIEEEE ...
O cavaleiro da um salto para trás pulando como uma gazela
-nem sonhando vou deixar você usar minha armadura de novo, vai acabar manchando ela de batom.
Diz shaka parado à porta observando de olhos bem abertos a atitude de shun que tentava controlar seu gritinhos de pavor devido o susto
-onde já se viu um cavaleiro do signo de virgem gritando feito uma louca você precisa gritar feito homem, deixa eu te mostro como é
-AIIIIEEEEE ...
O grito de shaka é dez vezes mais alto e afeminado que o de shun, um barulho forte de vidros quebrados é ouvido por varias alas do castelo
-shaka- saori deixa o quarto e corre pelo corredor em direção ao grito, encontrando shaka e shun
-Atena- diz shaka se calando
-shaka foi uma ótima ideia você me chamar desta maneira
-não Atena ele só
Shaka lança um estranho olhar para shun que decide se calar
-pelos deuses que grito mais agudo Atena quase estourou meus tímpanos – diz mu entrando no quarto
-mu você também veio
-e eu tinha escolha- shaka cutuca mu- quer dizer Atena, é claro que eu viria para resgatá-la por sinal o saga esta lá em baixo
-o saga também
-por que ele não veio com você mu?
-ele esta um pouco ocupado tentando apagar o fogo, shun
-fogo mu, o castelo esta em chamas
-ainda não Atena mais logo vai estar por que o saga me pediu para vir ajudar os bombeiros mas então eu chego aqui e descubro que não há nenhum carro de bombeiro e sim uma Atena gritando feito louca
-não fui eu quem gritou foi o shaka, para me chamar
-devo dizer que você parecia a Vera verão shaka, mas enfim a sua ideia foi melhor que a do saga
-e que ideia ele teve
-bem shun, saga e eu estávamos em um grande salão quando se recordando de um documentário que assistira dias atrás ele começou a quebrar alguns moveis e pegando uma vela fez uma fogueira depois arrancou uma das cortinas e começou a querer enviar para Atena sinais de fumaça, só que a cortina pegou fogo começando um incêndio
-então precisamos ir buscar o saga e sair deste castelo o mais rápido possível
-uma ótima ideia shaka, mu onde o saga esta
-ai esta o problema Atena eu não sei por qual desse quatro corredores eu vim
-ótimo então acho melhor nos dividirmos, quem encontrar o saga ou a saída primeiro avisa
-é mesmo e como Atena, gritando
-lógico que não mu- saori apanha de dentro de uma sacola plástica de supermercado alguns copinhos de iogurte amarrados com barbantes- eu fiz alguns telefones para nós, cada um pode vir pegar o seu
-mas Atena isso nunca ira funcionar
-pega logo o seu mu ou vai querer perder o emprego
-chama isso de emprego o salário que eu ganho como cavaleiro nem da para sobreviver por isso eu faço bico como restaurador de armaduras, sou baba do kiki metade do dia e a noite ainda tenho de... Não interessa o que eu faço a noite
-aaa... Agora eu entendi do por que você emprestou meu sari dias atrás, e o Afrodite me disse que o batom dele sumiu,
-mu eu não sabia que você era travesti
-que...-shaka diz surpreso- o mu é travesti shun
-ué...foi você quem disse
-não eu quis dizer que o mu andava vendendo nossa coisas não que estava usando para se passar por mulher
-JÁ CHEGA!!! PEGUEM LOGO OS TELEFONES E VAMOS EMBORA DAQUI...
Cada um dos três apanhou seu telefone e começou a tomar seu rumo
-Atena
-O QUE FOI SHUN!!!
-o meu telefone não tem números
Saori retira da sacola um batom e desenha no copo plástico alguns números
-satisfeito, agora vamos
-quer mesmo acabar com minha vida mestre
-fim seu será dokko
-entao não tenho realmente escolha
Dokko apanha sua bengala e dividindo-a ao meio segura nas mãos uma das partes que logo revela-se ser um sabre de luz
-pensei que mesmo com nossa divergências mestre eu jamais teria de lutar contra o senhor, mas parece que eu estava errado
Ioda apanha seu sabre de luz e parte para o ataque, o primeiro golpe fere de raspão o ombro de dokko que apenas tenta se defender mais com o avanço da batalha ele percebe que se não reagir será realmente o seu fim
Após inúmeros golpes dokko lança longe o sabre de luz de seu mestre e esta prestes a lhe desferir o golpe fatal, mais no momento em que vai abaixar o sabre ele desiste e se afasta
-vida minha polpou voce, por quê?
-por que ele é um inútil, como você –diz uma voz provinda de algum lugar da clareira
-quem ...
Dokko não pode terminar a frase pos um raio de luz muito forte vem em sua direção
-fuja voce da...- ioda é atingido por um segundo golpe que chega a uma velocidade superior ao do golpe que dokko estava prestes a receber
-mestre
É tudo que dokko é capaz de dizer antes de receber diretamente o golpe
CAPITULO
XIV
O FUTURO PARA MIRO
-ei aioria já pensou como vai ser legal quando formos pai
Aioria sentado à beira do caminho, sorriu concordando
-já pensou nosso ranhentinhos correndo pela casa mijando pelas paredes, você correndo atrás de um a mulher grávida de oito messes gemendo por que não agüenta o peso da barriga, na pia uma pilha de louça, a papinha do garoto toda na parede e você ainda tentando pega-lo quando finalmente consegue descobre que ele ta todo cágado, e que a ranheira foi esfregada ate na cabeça e que depois que isso seca parece cola, mas beleza, por que depois do banho o moleque dorme, você então tem que arrumar toda a casa, preparar a janta e depois de tudo isso ainda tem que dormir sozinho pois sua esposa esta tão inchada que mais parece uma rolha de poço que nem te deixa a fim de se aproximar, pelo contrario isso ate te repele e por breves instante você vai pensar antes de dormir, pelos deuses por que eu não fiquei morto.
Miro fitou aioria que perdera o sorriso e parecia uma estatua de gesso
-mas isso tudo não ira ter importância por quer você vai estar ao lado da mulher que ama
-a Marin te mataria se soubesse que você esta assustando o aioria desse jeito miro – diz Afrodite chegando à bifurcação do carreiro de terra batida onde miro e aioria estava sentados sobre o luar que aos poucos cedia lugar ao amanhecer
-eu estou sendo realista e alias não estou falando do aioria e da Marin estou falando de mim e da shina
-é miro –Afrodite põem a mao no queixo pensativo – talvez essa seja mesmo o seu futuro, MAS SE FOR SE CASAR COM UM PORCO E NÃO COM UMA MULHER, POR QUE SÓ UM PORCO DEIXARIA A CASA VIRAR O CHIQUEIRO QUE VOCE ACABA DE DESCREVER
-ei fro esse é o meu ideal de vida, dá para não vir estragá-lo
-humm... Você acha que aquilo seria um ideal de vida, eu diria que esse é a parte desconhecida do inferno isso sim
-é claro que nem todos os dias da minha vida e da shina serão de tanta paz e sossego , eu tenho certeza que haverá ocasiões em que eu terei de passar noites em claro
-cuidando do bebe- disse aioria parecendo se recuperar do transe de pavor em que estava
-não, para evitar que a shina me ataque durante o sono
-nossa será que a shina é tão fogosa assim miro
-na verdade Afrodite e prefiro ser mais realista e pensar que ela vai me atacar para tentar me matar por que não sei quanto tempo ela me agüenta
-credo miro que pensamentos animadores esse seus
-não importa aioria por que eu amo ela e prefiro morrer pelas mãos dela a do que a de algum marmanjo por ai
-que bom saber disso miro
O cavaleiro de escorpião fica constrangido ao ver shina e Marin
-ei não era para você ouvir isso
-só se ela fosse surda, para não ouvir
Diz kanom que chegara junto com aldebaram e seika
-Marin -seika vai ate ela ao ver que ela estava ferida
- eu estou bem- diz Marin
-não você não esta – diz aioria próximo a ela- por isso Marin eu quero que não se arrisque mais
-aioria tem razão é melhor vocês ficarem aqui, nós acabaremos com o conde sei lá o que, sozinhos
-nem pensar miro
-é pro seu bem shina
-é para o seu bem escorpião eu vou com você
-se insiste para mim melhor
-você não vai discordar de mim
-não, por que queria que eu discordasse
-deixa pra lá
-Marin por favor eu não quero mais que se machuque
-esta bem aioria eu fico
Em um canto mais distante deles kanom sussurrou para deba
-aposto que a seika vai querer ir conosco para poder encontrar o seiya
-não sei não kanom eu acho que ela vai ficar aqui com a Marin
-pos eu –disse Afrodite – acho que ela quer ir conosco para ver o saga, mas vai acabar ficando aqui para cuidar da Marin
-que papo é esse de que ela quer ir ver o saga
-se você não percebeu ainda deba eu é que não vou falar nada por que depois vão ficar dizendo que eu sou fofoqueiro e sei lá mais o que- diz Afrodite
-bicha, queima rosca, joga pro dois times, narcisista, traveco e por ai vai
-vocês me amam mesmo em kanom?
-eu não... Vê lá se eu vou amar homem, ou pelo menos alguém que se diz homem,
-eu sou homem
-prove
Afrodite começa a retirar a armadura
-assim não fro –disse deba o impedindo- ta cheio de mulher aqui
-nem pensar eu vou para um lugar isolado com ele deba- disse kanom
-há um jeito melhor, é só fro arranjar uma namorada quando voltarmos ao santuário
-boa ideia aldebaram, então Afrodite aceita o desafio
-aceito
Os dois selam o trato tendo deba como testemunha
-não querendo parecer chata mas o sol vai nascer em algumas horas
-seika tem razão miro precisamos ir-disse aioria
-então vamos em frente, seika vem conosco- perguntou Afrodite
-eu gostaria mas vou ficar com a Marin afinal eu só acabaria atrapalhando vocês
-você quem sabe – disse kanom
Os cavaleiros seguiam rumo ao castelo quando já estavam próximos da entrada surge um novo inimigo que traiçoeiramente desfere seu golpe contra miro, mas o cavaleiro não é atingido pos shina acaba por protegê-lo
-não querendo parecer ingrato shina mas, você tem complexo de escudo não tem
-cala boca miro e derrote ele
Miro segurando shina nos braços a coloca junto de uma arvore o mais longe possível do muro do castelo
-quem é você - perguntou aioria se preparando para lutar
O guerreiro se apresenta como o antigo cavaleiro de escorpião
-shina vai doer um pouco –diz miro em seguida atinge shina parando o sangramento causado pelas agulhas disparada de uma só vez- me escute eu vou ate ali derrotar aquele idiota e já volto para ficar com você
Shina acaba perdendo os sentidos, miro apos constatar que ela ficaria bem se levanta e vai ate onde seus amigos estão
-miro pode ficar com a shina eu vou cuidar desse guerreiro
-não aioria esse inimigo é meu, por tanto siga em frente, e isso serve para vocês também aldebaram, Afrodite e kanom
-não se esqueça miro quando entrar no castelo não vai poder usar o cosmo então tente não desperdiçar muito sua energia- disse deba partindo com os demais
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