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[Outros] Shine We Are! - 37 - Shine We Are - I Feel The Brightness Love!


Penúltimo capítulo!!!!
Comentários: 5
Favoritos: 3
Visualizações: 85
Caracteres: 13.032
Classificação: Dezoito
Nota: Nota: 5
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AnimeSpirit:

Adicionado por: @G-Dragon
Adicionado em: 25/06/2009
Categoria: Misc/Outros
Generos: Romance e Novela., Shoujo (Romântico), Musical (Songfic), Drama (Tragédia)
Avisos:
Personagens: Sasuke, Keitaro, Mamoru, Jessica
Tags: sasuke, Karol, Keitaro, Jessica, Mamoru, Shuichi


SHINE WE ARE! (O BRILHO QUE NÓS TEMOS)
Por Karol (Colunista Sesshoumaru)








Notas da autora:
[justo]Saudações leitores! Após um bom período de jejum tive a vontade de escrever novamente, em especial essa história maluca cheia de drama, romance e com doses de comédia. Ela tem o mesmo nome da canção “Shine we are!” da BoA, uma das minhas músicas pop prediletas! A história nasceu depois de eu fazer uma análise da canção e também de refletir sobre algumas premícias da vida e reparar o quão simples as coisas podem ser e que a felicidade pode estar ao nosso alcance sempre, pois todos nós temos um brilho especial.
Cada um dos capítulos recebe o título de uma das canções nas quais me inspirei para criar todo o enredo. Aconselho a escutá-las enquanto lêem para ajudar na ambientação das coisas, todas são da cantora BoA.
Personagens baseados em Gackt (aspectos físicos - adoro ele!) e BoA (aspecto vocal e canções) - (artistas de JRock e KPop). Tirando isso, todo o restante da história e do psicológico dos personagens é integralmente de minha autoria.
Tive a idéia de basear o físico no Gackt depois de lembrar que a Ryuzaki gosta do Myavi... Nada haver... Mas eu curto tanto um como o outro, existe uma brincadeira na net que diz que o Gackt é o pai do Myavi XD e achei muito legal o show em que os dois cantam juntos no palco, muito bom!!!
Aviso: Esta trama ainda é escrita conforme o antigo acordo ortográfico, a autora “baka” ainda não teve coragem de sentar com uma nova gramática do acordo de 01/2009 para ler e para acostumar-se com a nova grafia. Muito menos o corretor ortográfico do computador dela XD
Boa leitura![/justo]






Capítulo 37
Shine We Are - I Feel The Brightness Love!


[justo]Shiori estava em pá, logo atrás de Keitaro com um olhar odioso e uma faca nas mãos.

Keitaro, ao ouvir a voz da obcecada Shiori somente teve apenas uma reação temendo pela vida de Jéssica e de seu filho, ele correu.

A lunática conseguiu golpeá-lo de raspão no braço com a faca, o que desestabiliza Keitaro que acaba caindo ainda com Jéssica em seus braços.

Shiori caminha agora devagar, rindo diabolicamente enquanto aprecia a cena de Keitaro ferido ao chão com Jéssica sobre si. A moça então fala ao casal:

_Espero que lhes dêem boas vindas no inferno.

Keitaro fita-a com um olhar incisivo e pretensioso dizendo:

_Não teria tanta certeza assim!

Rapidamente, com o pé direito ele passa uma rasteira em Shiori a derrubando. Ele levanta-se rapidamente e chuta a faca das mãos da seqüestradora. E por fim a agarra pelo colarinho dizendo muito irritado:

_Nunca mais quero ver a sua cara na minha frente Shiori e nunca mais se meta com a minha família!

Dizendo isso, Keitaro dá um forte tapa na face de Shiori que acaba ararncando lágrimas de seus olhos.

Jéssica observava tudo em silêncio, ela nunca vira Keitaro tão furioso daquela maneira a ponto de agredir alguém.

Keitaro solta Shiori e caminha até Jéssica, em silêncio ele pega-a novamente em seus braços, levantasse e sai caminhando da casa até o carro.

Shiori permanece atônita observando Keitaro e Jéssica partirem, ela não acreditava no tapa que havia levado e no discurso odioso que aquela pessoa até então idealizada por ela que agora de carne e osso proferira para si. Aquilo foi a gota d’água para a moça. Sua vida nos últimos anos havia sido uma completa obsessão por Keitaro.

A porta do carro é fechada e antes mesmo que Keitaro pudesse ligá-lo eles escutam um tiro vindo da casa. Aquilo os assusta. Jéssica fica apavorada, Keitaro suspira e pega o celular teclando alguns números e dizendo:

_Agora, posso ligar pra polícia sem temer mal algum.

Keitaro liga para a polícia de Nagao e explica a situação e onde encontra-los e tem a permissão para partir dada pelo patrulheiro de plantão para que pudesse levar Jéssica que estava com hemorragia ao hospital deixando o local.

_Agora podemos ir. Fique tranqüila, tudo vai dar certo! – disse ele pra ela enquanto dirigia rumo a cidade.

_Seu braço, está machucado! – disse Jéssica preocupada ao ver o sangue escorrendo pelo braço de Keitaro.

_Não foi nada! Estou bem. Preocupo-me agora com você. Vamos chegar logo no hospital e tudo vai dar certo querida. Eu prometo! – diz ele sorrindo tentando passar alguma tranqüilidade a Jéssica que estava abalada com tudo aquilo.

Keitaro também não conseguia disfarçar muito bem o nervosismo, ele tremia, suava frio e estava pálido. Jéssica já havia perdido muito sangue e estava sonolenta.

_Ei! Querida! Por favor! Não durma certo? Vamos! Acorde! Preciso que fique acordada! – Diz ele preocupado sacudindo-a no bando ao lado com uma das mãos enquanto dirigia ao perceber que ela fechava os olhos.

_Não consigo... Estou cansada... – Murmurava ela já se entregando a hipertensão.

_Não! Querida! Abra os olhos! Princesa! Por favor! Fale comigo! Não faça isso! Estamos chegando! Jéssica! Jéssica! Fale comigo! – Fala aflito Keitaro que continuava a sacudindo com um dos braços.

Jéssica não suporta e perde a consciência, Keitaro se desespera e pisa mais fundo ainda no acelerador, ultrapassando carros e furando sinais até chegarem ao hospital.

Chegando lá, ele desce rapidamente e corre até a porta do caroneiro abrindo-a e pegando Jéssica desfalecida já há alguns minutos em seus braços.

Keitaro sai correndo deixando seu carro aberto na entrada do hospital. Ele entra na recepção pedindo ajuda:

_Onegai!!! – dizia ele em japonês no hospital de Nagao - Minha esposa! Ela perdeu muito sangue e desmaiou, preciso de ajuda!

A Atendente chama rapidamente um médico e a enfermeira:

_Vamos levá-la para a obstetrícia. O senhor venha comigo, vamos cuidar deste seu corte no braço. – disse uma das enfermeiras pegando-o pelo braço.

_Não! Eu estou bem! Preciso ficar com ela! Minha esposa não fala japonês! – fala ele desesperado enquanto levam Jéssica em uma maca para a obstetrícia e tentam forçá-lo a ir ao pronto-socorro. – Vocês não entendem! Eu preciso ficar ao lado dela! – grita nervoso com os enfermeiros Keitaro.

A enfermeira suspira e fala:

_O senhor não pode entrar na obstetrícia com o braço desse jeito e sangrando! Primeiro vamos cuidar deste corte e depois levaremos o senhor até sua esposa! Eu garanto!

Keitaro fica um pouco mais conformado e acompanha a enfermeira até o pronto-socorro com o coração na mão e muito preocupado com Jéssica.

Chegando a sala de atendimento, ele tira a camiseta e a enfermeira limpa o fazendo o curativo. Keitaro não parava de pensar em Jéssica, até que seu celular toca, ele pega e atende, era seu pai:

_Keitaro! Que diabos você está fazendo? Onde se meteu? A polícia está aqui! O que está acontecendo? – fala muito bravo o senhor Shuichi ao telefone de sua casa.

_É uma longa história papai, mas posso dizer-lhe que estou no hospital de Nagao, por favor, avise a polícia disso. Jéssica está com hemorragia, não sei o que está acontecendo, mas, por favor, venha pra cá depressa! Estou desesperado!

Dizia Keitaro trêmulo, muito preocupado e com lágrimas já em seus olhos.

Ao terminar os curativos, ele veste sua camiseta e acompanhado da enfermeira segue até a sala de espera da obstetrícia aonde a recepcionista vem até ele com alguns papéis nas mãos dizendo:

_É do senhor aquele carro todo aberto na entrada de emergência? Poderia por favor, nos dar a chave para que nosso porteiro possa estacioná-lo e trancá-lo devidamente?

_Sim, por favor me perdoem, eu estou um tanto desorientado seria uma enorme gentileza se pudessem fazer isso. – diz ele tirando a chave do bolso e entregando a recepcionista.

Sorridente ela recolhe a chave e entrega alguns papéis para Keitaro preencher.

_Mais uma coisa, por favor, preencha esses papéis com seus dados e de sua esposa e, por favor, assine aqui embaixo. Dentro de alguns instantes o senhor poderá vê-la novamente, o médico logo virá dar-lhe notícias.

Ainda trêmulo, Keitaro dá um sorriso amarelado e pega os papéis e começa a os preencher. Ele escuta uma voz masculina familiar o chamar enquanto escrevia:

_Keitaro! Está tudo bem? – Era Sasuke que entrava na recepção preocupado com seu irmão e corre para abraçá-lo.

Ao ver seu irmão chegando ele levanta-se e vai ao seu encontro o abraçando e desabando de vez todo seu nervosismo contido em forma de pranto:

_Suke-kun! Ainda bem que você veio, eu estou apavorado! – diz ele em meio as lágrimas.

_Eu imagino! – disse Sasuke com muita piedade do irmão naquele instante dando-lhe um abraço muito forte. – Está tudo bem? O que houve com seu braço?

_Foi só um ferimento leve, nada demais, estou bem. Minha preocupação é Jéssica ela perdeu muito sangue, a gravidez é de risco e nem posso imaginar que tipo de coisas pela qual ela passou nas mãos daquela maluca da Shiori. – Diz ele já controlando um pouco seu choro e se recompondo.

_Shiori? Você ta dizendo... Aquela doidona que quase te matou naquele show te fazendo beija-la no camarim? – Pergunta abismado Sasuke.

_Ela mesma! Ela entrou em nossa casa, seqüestrou Jéssica enquanto estávamos no hospital de Shizuoka com Mamoru. Ela deixou um bilhete dizendo para ir até a casa onde ela estava sem falar com a polícia ou ninguém ameaçando matar Jéssica. Não tive escolha, fui lá sozinho. – conta ele ainda arfante de nervosismo.

_Tome aqui. – Sasuke tira do bolso o spray de combate a asma de Keitaro e o entrega ao irmão. – Use isto, você mal consegue falar! Acalme-se! Vai ficar tudo bem! Papai está na recepção principal com os policiais, assim que recebermos notícias de Jéssica eles querem falar com você.

Keitaro faz uso do spray o que lhe alivia a respiração dificultosa e o relaxa um pouco de toda a tensão. Os irmãos sentam-se no sofá azul da recepção e aguardam notícias.

O tempo passa, quase uma hora, o médico então vai até lá a procura de Keitaro:

_Senhor Fujiwara? – pergunta o médico vendo os dois gêmeos sentados no sofá.

Keitaro prontamente levanta-se e caminha até ele:

_Sou eu. – disse Keitaro identificando-se apreensivo.

_Sua esposa ficará bem, cuidamos muito bem dela, somente agora necessita de descanso. Tivemos de fazer uma cesariana emergencial pois ela perdia muito sangue e a bolsa já havia rompido. Meus parabéns, você é pai de um lindo garotinho por sinal! Ambos estão muito bem.

Keitaro havia perdido a fala. Ele deixa as lágrimas de alegria e alívio rolarem quentes pelo seu rosto. Um brilho ofuscante em seu olhar e repleto de felicidade iluminava a face que ele teimava em cobrir seu grande sorriso colocando as mãos a frente da boca tocando com a ponta dos dedos o nariz.

_Parabéns maninho!! HUHHUUHUUUHUUU!!! – Diz eufórico Sasuke agarrando Keitaro pelas costas e o sacudindo. – Opa! Desculpa ai o barulho! Empolguei-me doutor! – pede então desculpas pelos gritos de alegria o tio orgulhoso.

O doutor dá risada e fala a Keitaro ainda atônito de felicidade:

_Gostaria de ver seu filho? Ele já está no berçário.

Keitaro tenta falar, mas não consegue, ele apenas então faz um gesto positivo com a cabeça mostrando que sim.

_Venha comigo. – diz o médico o acompanhando até lá.

Sasuke sai da recepção e vai até a entrada do hospital dar a boa notícia ao senhor Shuichi.

Chegando ao berçário o doutor diz apontando com o dedo para um bebezinho gordinho e chorão no berço do canto.

_É este aqui!

Keitaro se aproxima maravilhado ao ver pela primeira vez o rosto de seu filho. Seu sorriso era imenso e não havia quem pudesse ficar sem expressar algum outro sorriso ao passar perto dele e vê-lo tão feliz.

O doutor diz então pegando o bebê do bercinho e colocando-o nos braços de Keitaro:

_Pode segurar! É todo seu!

O coração de Keitaro transborda de alegria à segura-lo em seus braços, um filho tão amado e esperado por ele e por Jéssica que acabara de nascer.



Continua...
...............................


Notas da autora:

Oh my god!! GENTE QUE KAWAIIII!!!!!!!!!!

Confesso que escrevi esse capítulo as pressas, mas foi muuuuuuuuuito bem e cuidadosamente arquitetado na minha cabecinha. Espero quer todos, assim como eu, possam ter imaginado a cena de Keitaro segurando o filho gorduchinho e chorão em seus braços!

Pensem num bebê fofo! É o filho dos nossos dois protagonistas! Esse mesmo que acaba de surgir na sua mente!!!

Gente... Mais emoções no, talvez, último capítulo, o 38.


Uma coisa importante que me passou pela cabeça... Tenho 2 opções.

1) Acabo a fiction no 38.

2) Acabo no 38 e dou início a segunda parte da trama. Me surgiram idéias mirabolantes para renderem mais trinta e tantos capítulos!

Pois é. Pra uma fic que a princípio seria de 15... Depois foi pra 20... Agora 38... eu tento me conter para escrever pequenas novelas mas não consigo! XD

Bom... Vocês me ajudem a decidir.

Boto um Fim, ou um Continua na Segunda Parte.

Kisses[/justo]



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