[Vampire Knight] Retrato da Mais Bela das Mulheres
Zero fica bêbado e a relação entre ele e Yuuki esquente... Porém, nada faz com que ele esqueça de procurar Kaname e acertar as contas com ele, e é isso que ele irá fazer.
Comentários:
5
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6
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108
Caracteres:
8.408
Nota:
Adicionado por:
ßMomo. em:
04/01/2010
Categoria:
Animes/
Vampire Knight
Classificação:
Dezesseis
Terminada:
Não
Generos:
Mistério,
Romance e Novela.,
Shoujo (Romântico),
Ação, Aventura e Luta,
Drama (Tragédia)
Avisos:
Personagens:
Kaname,
Zero,
Yuuki
Tags:
Bebida,
Momo.chan,
Vinho,
Briga
Vinho
Retrato da Mais Bela das Mulheres
By
Momo.Chan
“A persistência é o caminho do êxito”.
Charles Chaplin
Vinho
Voltei para a mesa após esperar incessantemente a saída de Yuuki de seu quarto, porém não obtive êxito. Perante a mesa, que ainda obtinha muito dos alimentos que foram preparados, e uma garrafa de vinho ainda cheia, tomei para mim uma taça e a completei com aquele vinho que era para ser bebido por mim e por Yuuki, no entanto, isso não foi possível.
Tomei uma, duas, três... Quatro taças ou mais daquele vinho. A luz baixa apagou minha visão, estava tudo embaçado. Outra taça, já havia perdido a conta. Quando me dei conta, a garrafa que a poucos minutos estava cheia, agora faltava pouco para ter um término completo. E sem noção, sem pensar, peguei a garrafa, e em sua boca, tomei o que faltava. Naquela altura eu não estava nem mais preocupado com taças ou copos.
Estava tonto, com passos tortos e pensamentos desinibidos. Não sei por que bebi tanto. Eu olhava pela janela e a chuva não parava de cair, olhava para o relógio e ele batia mais de três horas da manhã. Queria ir para o meu quarto, no entanto, mal enxergava as escadas. Com outra garrafa de vinho na mão, fui me apoiando nas paredes para conseguir chegar aos meus aposentos, complicado... Estava muito bêbado, acabei caindo em frente à porta de Yuuki.
Sei que não vi mais nada por um bom tempo, minha vista havia se apagado durante alguns minutos. Foi então que num clarão, eu consegui enxergar o rosto de Yuuki, que estava com uma feição meio assustada, não sei... Talvez por me ver naquela situação. Eu toquei seu rosto e sorri, ela com um pouco de vergonha, olhou para o nada, e tentou me reerguer.
Com cuidado e muita paciência, ela me levou até meu quarto. Eu mal conseguia abrir os olhos, queria poder olhar para ela, mas não conseguia. Percebi que ela me carregou até o banheiro, e tirando a minha roupa de cima bem gentilmente, me colocou na banheira. Por sorte, ela ainda me deixou com as roupas intimas, seria ainda mais constrangedor se ela me deixasse totalmente sem nada.
A água fria percorreu o meu corpo, enquanto estava deitado na banheira. Passou pelo meu rosto e chegou ao meu abdômen, seguindo para todo o resto. Eu estava com muito frio, foi então, que senti suas mãos, as mãos de Yuuki, suas mãos pequenas e dóceis, percorriam o meu corpo junto ao sabonete. Eu não podia vê-la, mas conseguia senti-la. Em certo momento, eu segurei um de seus braços e a puxei para mim, ela então, apenas passou sua mão em meu rosto e eu a soltei, logo em seguida.
Assim que aquele banho gélido havia terminado, ela me levantou, me ajudou a sair da banheira e depois, me vestiu. Seu cuidado comigo era intrigante e aconchegante. Ainda com sua ajuda, deitei na minha cama, e logo após, ela me cobriu. Quando ela estava puxando o cobertos até mim, mais uma vez, a puxei, ela caiu ao meu lado na cama, e eu carinhosamente, acariciei seu rosto.
– Zero... Não... Por favor...
– Eu... – eu mal conseguia tocá-la de tão fraco que estava – Me desculpe.
Eu a soltei, ela se levantou da cama rapidamente. Depois que saiu e fechou a porta, não pude ver mais nada. Eu estava fora de mim, mas no dia seguinte ia me reerguer e me desculpar com Yuuki.
A manhã se anunciou com muita neblina. E eu, com muita dor de cabeça. Levantei ainda meio atordoado, meio confuso, segui para o banheiro, e me deparei com o sabonete ainda na banheira e a mesma com água. Puxei a cordinha para fazer a água da banheira descer, e fui escovar meus dentes. Olhei para o espelho e vi um completo idiota. Minhas roupas estavam jogadas no chão do banheiro, as recolhi e as coloquei no balde de roupa suja.
Quando desci, encontrei Yuuki tomando café. Naquele momento, não tive forças para olhar em seus olhos, porém, não podia tardar esse encontro de olhares, então quando voltei, sentei perto dela, ela apenas olhou para mim, e antes que dissesse algo, eu me coloquei a frente.
– Olhe, me desculpe por ontem. Não sei onde estava com a cabeça. Eu nunca bebo daquele jeito, mas acho que me descontrolei. Não sei o que me deu. Eu jamais te seguraria daquela forma, nem a puxaria pra mim daquela maneira, mas acabei ficando vulnerável por causa da bebida. Então, me desculpe. Prometo que nunca mais vai voltar a acontecer. Ah! E antes de mais nada, obrigado por tudo. Obrigado por me ajudar. Foi muito vergonhoso você, que nem me conhece direito, me ver naquele estado tão deprimente, mesmo assim, você me ajudou sem hesitar, então, muito obrigado.
– De nada – ela sorriu – Não se preocupe com aquilo, não precisa ficar envergonhado, essas coisas acontecem.
– Você... Você... Parece que acordou mais animada hoje. Está mais radiante essa manhã.
– Sim, depois de ontem a noite, não fazia sentido eu ainda estar triste.
– Verdade. Bom, acho que vou tomar café também. Não quero ver vinho na minha frente por um bom tempo.
– Então é melhor você jogar as outras garrafas fora.
– Hm... Melhor não... Vai que um dia eu precise. - Ela riu, e eu nem sou engraçado. Bom, tudo bem... Só sei que sua simpatia estava muito agradável.
Depois do café, eu não queria perturbá-la com minhas questões sobre o Kaname cretino, eu mesmo, tinha me cansado de questioná-la, não queria vê-la triste novamente. Todavia, ainda buscava por respostas, mas já que não sairia da boca de Yuuki, eu arrancaria da própria boca de Kaname.
Ao vespertino, eu saí de casa sem dar qualquer tipo de explicações para alguma pessoa se quer. Apenas saí e tranquei a porta. Fui em busca de Kaname. Voltei aquela mesma praça, aquele mesmo beco, aquela mesma casa velha... Cuidadosamente, abri a porta, apenas avistei aquele mesmo quarto, entretanto, ninguém estava lá, ou eu achava que não...
– Procurando alguém?
Virei rapidamente, e lá estava ele... O cretino safado. Estava com um sorrindo maliciosamente para mim. Um sorriso falso, ah! Como odeio esse cara.
– Acertou. Estava a sua procura.
– Ah... Esqueceu a doce Yuuki? E venho em minha busca?
– Jamais me esquecerei dela!
– E eu também não! Por isso a quero de volta!
– Nunca! Nunca mais vai vê-la!
– Você é quem pensa. Vou atrás dela, vou encontrá-la, vou trazê-la de volta!
– Seu canalha! Você... Você... O que você fazia com ela? Para ela ter tanto medo de você?
– Hm... Veio atrás de respostas... Bom, vou te dar suas respostas. Eu não fazia nada de mal. Eu fui o único que a ajudei. Ela fugiu de casa, pelo que eu soube, uma rebelde... – ele caminhava pelo quarto antigo enquanto falava – Ela veio para essa cidade sem nada, eu a ajudei. Disponibilizei-lhe comida, casa...
– Isso aqui que você chama de casa?
– Para quem vivia na rua, isso aqui é uma mansão!
– E onde você vive?
– Oras, vivo na minha casa... Achou que eu ia dividir minha casa com uma qualquer?
– Limpe a boca antes de falar dela! Seu nojento.
– Cale a boca idiota. Eu fui quem a ajudou! Dei-lhe casa, claro... Que essa ajuda não seria gratuita... Para ela viver aqui e comer, era preciso pagar um preço...
– O que você fez? O que fez com ela?
– Simples... Simplesmente a fazia roubar algumas coisas pra mim e ela aceitava.
– Não é possível! Para ela fazer isso... Você a forçava! Tenho certeza!
– Até que você é inteligente. Sim, se ela não conseguisse trazer o que eu mandava, simplesmente... Ela apanhava... Ou melhor, ainda, eu a jogava na cama, quer saber o que acontecia quando eu estava por cima dela?
– Seu maldito – ele riu e eu não tive outra atitude... Fui atrás dele e uma briga se iniciou. Apanhei muito, mas bati muito. Ambos ficamos muito machucados.
– Por que você fez isso? – ele se levantou todo ensanguetado – Você vai ver só! Eu vou te matar!
– Se um dia sair da cadeia!
– O que está querendo dizer com isso?
– Você verá!
Saí de lá com a cara toda quebrada. E fui direto para uma delegacia. Entreguei o gravador que estava comigo para os policiais, e agora, eles que iam tomar conta daquele desgraçado, e finalmente, Yuuki se veria livre de sua sombra, e eu iria transformar aquele medo, numa alegria profunda.
Continua...
Mais um capítulo.
Espero que gostem
Beijos a todos,
Momo
Capítulos de [Vampire Knight] Retrato da Mais Bela das Mulheres

Usuário
Ramon ♥
Postado em 10/05/2010 14:42:09
MARAVILHOSO *-*
Nota:

Usuário
Kuchiru The Kiss
Postado em 09/05/2010 15:18:35
Simplismente maravilhoso *----*
o Zero realmente é maravilhoso apesar de preferi o Kaname
na sua fanfic tah tudo maravilhoso viu
e mais uma fez parabens pela criatiividade
love sua fanfic
Nota:

Usuário
Postado em 17/01/2010 20:46:11
VIVA OOO ZEROOOOO VIVAAAAAAAAAAA
Nota:

Usuário
Lussuria...
Postado em 07/01/2010 19:52:09
" e eu iria transformar aquele medo em uma alegria profunda."
Oh, o melhor final ^^
Claro que eu amo o zero, apesar de gostar mais do Kaname em questão de aparência, prefiro o Zero em se falar de atitude. hohoh!!
o Kaname é mesmo um safado! só uma pena eles não terem "esquentado" um pouquinho mais a conversa...
e ou a Yuuki é uma troxa, ou ainda tah com medo do Kaname, porque EU não teria hesitado com o Zaro, hah, não mesmo!!
Só não entendi algumas coisas... Você não manteve a história original dos personagens, certo, Momo??
Mais nada a dizer, vou favoritar porque quero ler a continuação!!
bjoos tiia
Nota:

Usuário
Postado em 07/01/2010 12:17:10
Que raiva do Kaname! Tadinha da Yuuki!
Adorei!
Continua logo plix!!!
Nota: